A articulação do joelho depende muito da integridade do menisco. Quando ocorre uma lesão, o desconforto costuma alterar caminhadas simples, atividades esportivas e até movimentos de rotina.
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A decisão sobre operar ou não costuma gerar dúvidas, já que cada caso apresenta características próprias.
Assim, a melhor forma de entender o momento ideal para uma intervenção passa por avaliar sintomas, limitações funcionais e resultados esperados com tratamentos conservadores. Saiba mais:
A função do menisco
O menisco atua como amortecedor natural entre fêmur e tíbia, sendo uma estrutura que distribui cargas, melhora a estabilidade e protege superfícies articulares contra desgaste acelerado.
Movimentos bruscos, giros repentinos durante esportes ou até pequenos desequilíbrios podem provocar rupturas.
Além disso, fatores como idade, histórico de atividades de impacto e qualidade do tecido também influenciam a vulnerabilidade da região.
Quando ocorre uma ruptura, a biomecânica do joelho muda. Podem surgir sinais como estalido interno, dor localizada, aumento de volume articular e perda parcial de mobilidade.
Pessoas mais ativas percebem dificuldade para correr, saltar ou agachar, enquanto quem leva rotina menos esportiva nota incômodo ao levantar da cadeira, subir escadas ou permanecer muito tempo em pé.
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Quando o tratamento conservador funciona
Grande parte das lesões no menisco apresenta melhora sem procedimento cirúrgico. A fisioterapia focada em fortalecimento, equilíbrio muscular e recuperação da mobilidade costuma trazer bons resultados.
Já gelo, medicamentos recomendados por médicos e redução temporária de cargas também ajudam no controle de dor e inflamação.
O uso de joelheiras também é recomendado, já que ajuda na mobilidade e proteção da articulação, especialmente durante os períodos de dores agudas.
Os profissionais de saúde avaliam evolução ao longo das semanas: caso o joelho recupere estabilidade e o indivíduo volte a realizar movimentos habituais sem desconforto significativo, a cirurgia não costuma ser indicada.
Pequenas rupturas periféricas ou danos decorrentes de degeneração natural da cartilagem geralmente respondem bem a esse tipo de abordagem.
Sinais que apontam para necessidade de cirurgia
Algumas situações sugerem que a intervenção cirúrgica pode ser o caminho mais eficaz. Entre elas está o bloqueio articular, quando o joelho parece travar durante a movimentação.
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O travamento ocorre quando um fragmento lesionado interfere na dinâmica interna da articulação.
Sintomas como dor persistente mesmo após semanas de fisioterapia e incapacidade de retomar tarefas simples também servem de alerta.
Rupturas amplas, especialmente em região pobre em vascularização, apresentam menor chance de cicatrização espontânea.
Pacientes jovens com vida esportiva intensa podem se beneficiar da sutura meniscal, técnica que procura preservar a estrutura.
Em casos degenerativos avançados, quando a superfície se encontra desgastada, a meniscectomia parcial pode reduzir o atrito interno e aliviar sintomas.
Cirurgia e recuperação
A escolha pelo procedimento depende de exame clínico detalhado e exames de imagem. Médicos avaliam formato da lesão, localização, idade do tecido, nível de atividade do paciente e expectativas.
Após a operação, a reabilitação é uma etapa tão importante quanto a cirurgia. Sessões de fisioterapia adaptadas ao tipo de procedimento ajudam a recuperar amplitude de movimento, fortalecer musculatura estabilizadora e restabelecer confiança no joelho.
Idade, condicionamento prévio e qualidade da cartilagem interferem bastante na recuperação. Há também impacto do comprometimento muscular de quadril e tornozelo, muitas vezes negligenciado.
Mesmo após um tratamento cirúrgico bem-sucedido, cuidados contínuos ajudam a evitar novos episódios dolorosos.
Entre eles, utilizar joelheiras adequadas, fortalecer a musculatura da coxa e glúteos, manter o peso dentro de limites saudáveis e adotar técnica adequada nos exercícios reduz o risco de torções repentinas.
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