Você sabe os 7 tipos de coletes ortopédicos para coluna?

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Muitas pessoas pensam que os coletes ortopédicos para coluna servem apenas para corrigir a postura. No entanto, eles são indicados para vários tipos de situação, inclusive fraturas vertebrais, proteção, cicatrização de lesões (como pós-operatório), correção dos ombros, tirar a lordose de pessoas com espinhela (costela caída) ou ainda para quem tem dor e precisa carregar peso.

Você está precisando de coletes ortopédicos para coluna? Então, continue a leitura e aprenda quais sãos os 7 tipos principais e as suas funcionalidades. Boa leitura!

Conheça os tipos de coletes ortopédicos para coluna

1. Cinta colete elástico com barbatanas de duralumínio

O seu principal objetivo é a estabilização do tronco no lesado medular. A cinta colete elástico com barbatanas de duralumínio é indicada para a estabilização da coluna dorso-lombar em:

  • artroses (artrite provocada quando o tecido flexível nas extremidades dos ossos se desgasta);
  • traumatismos (fraturas e lesões na medula espinhal);
  • escolioses (curvatura lateral da coluna vertebral);
  • fraturas osteoporóticas;
  • outras afecções da região.

O colete tem um elástico resistente que proporciona melhor conforto e apoio para o paciente. Além disso, ele tem um bom reforço na lateral, fechos aderentes e 4 barbatanas de duralumínio.

2. Cinta colete elástico com barbatanas flexíveis

A cinta proporciona estabilização da coluna dorso-lombar em casos de:

  • contratura paravertebral (contração dos músculos de forma incorreta);
  • lombalgias (condição bem dolorosa que afeta a parte inferior da coluna);
  • artroses;
  • outras afecções na região.

Além disso, ela é muito utilizada na prevenção da recidiva na prática esportiva. Ela também tem elásticos resistentes e reforço na lateral. As suas barbatanas são de aço autoajustáveis e com fechos aderentes.

3. Colete Putti Baixo

Ele é indicado para estabilização da coluna lombo sacra em casos de:

  • artroses;
  • contratura paravertebral;
  • lordoses (quando a lombar é curvada para dentro);
  • pós-traumática;
  • espondilolisteses (distúrbio da coluna em que uma vértebra desliza para frente sobre o osso abaixo dele);
  • pós-operatórios;
  • outras afecções da região.

Com seu elástico resistente e reforço na lateral, tem fechos aderentes e 4 barbatanas de alumínio.

4. Colete Putti Elástico

Ele é indicado para a estabilização do tronco no lesado medular em casos de:

  • artroses;
  • hérnias discais operáveis ou não;
  • fraturas osteoporóticas;
  • traumatismos;
  • pós-operatórios;
  • espondilolisteses e outros.

Ele possui elástico resistente com reforço na lateral e também tem 4 barbatanas de duralumínio.

5. Colete ortopédico tipo Putti algodão

Ele é indicado em casos de hérnias discais operáveis ou não; artroses; traumatismos; fraturas osteoporóticas; espondilolisteses; pós-operatórios e outros.

O colete é indicado para a estabilização da região dorso-lombo-sacra. Por ter um tecido de algodão, proporciona mais conforto ao paciente junto com os seus ajustes laterais. O fecho é aderente frontal e as suas barbatanas são de duralumínio.

6. Colete elástico abdominal

É indicado, principalmente, em casos de contusões, fraturas de costela e de vértebras torácicas osteoporóticas. O colete elástico abdominal proporciona o enfaixamento compressivo, modelando a cintura.

7. Colete Comfort®

Para tratar a cifose causada pela osteoporose (e também outros fatores, como a má postura ou doença de scheuermann), a Salvapé desenvolveu um modelo de colete exclusivo, proporcionando mais liberdade, confiança e conforto.

O seu objetivo é que o paciente sinta a postura ereta e um bom equilíbrio durante a locomoção. Outra notícia boa é que ele não é um colete comum: o seu tratamento prolongado reeduca a postura do paciente e fortalece a musculatura dorsal.

Dessa maneira, sempre que o paciente assume uma postura incorreta, ele provoca um reflexo natural de contração na musculatura dorsal — isso acontece devido à sua tecnologia bioreflex®.

Assim, ele oferece alívio para as dores e ainda reduz o risco de fraturas vertebrais, permitindo uma respiração profunda com menos esforço (em virtude da descompressão da caixa torácica).

Consulte o seu médico para indicar os melhores coletes ortopédicos para coluna

Os problemas de coluna e as tradicionais dores nas costas estão cada vez mais comuns. Isso porque, em muitos casos, as pessoas passam muitas horas sentadas à frente de um computador ou fazendo muitos movimentos repetidos. Assim, é muito raro encontrarmos uma pessoa que nunca se queixou de dor ou desconforto na coluna.

Por isso, os coletes são ótimos aliados para manter uma postura correta e ainda proteger a coluna contra lesões leves e graves. Porém, o colete precisa ser confortável e proporcionar mais qualidade de vida para o paciente.

Até aqui, você conheceu os 7 tipos de coletes ortopédicos para coluna, por isso, deve estar se questionando: esses produtos precisam de prescrição médica? Posso chegar a uma loja especializada e apenas escolher o modelo ideal para o meu caso? O que devo considerar na hora de escolher o produto mais adequado para mim?

Para responder essas dúvidas, contamos com o apoio do Doutor Marcos Cardoso (Ortopedista do HCor de São Paulo). Segundo ele, é sempre importante buscar o diagnóstico com um profissional habilitado, tais como: fisioterapeuta, terapeuta ocupacional ou médico ortopedista.

O colete substitui a função de um músculo, contudo, se for utilizado de maneira incorreta, pode causar atrofia. É um item a ser usado temporariamente, como na adaptação de alguém que vai fazer RPG, pilates ou para um adolescente que precisa fazer correções posturais.

Além disso, é preciso ter muito cuidado na hora de escolher o colete ideal para o seu caso. Isso porque, se você escolher o material e o colete errados, pode agravar os problemas que você já enfrenta no dia a dia. Por isso, esteja sempre atento ao que o seu médico tem para indicar, certo?

Conhecer os principais tipos de coletes ortopédicos para coluna ajuda na hora de escolher a melhor opção para conversar com o seu médico a respeito. Vale ressaltar que é sempre importante optar por um modelo que proporcione bem-estar, conforto e também segurança. Assim, você consegue aproveitar o melhor que a vida tem a oferecer sem dores e desconfortos.

Neste post, você conferiu os 7 tipos de coletes ortopédicos para coluna. Você se interessou por eles? Então, aproveite para conhecê-los melhor! Clique aqui e conheça melhor os modelos apresentados neste post!
 

Este conteúdo foi desenvolvido em parceria com o Doutor Marcos Cardoso (Ortopedista do HCor de São Paulo). Telefone: (11) 98295.9241.

Dores nas Pernas: Descubra as causas e tratamentos!

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Quem nunca experimentou uma sensação de peso e cansaço nos membros inferiores ao final do dia? Por ser um problema muito comum, é frequente a busca por informações sobre como tratar dores nas pernas. Entretanto, mais importante do que isso, é saber o que está provocando tal condição.

Há casos em que a dor está relacionada simplesmente ao desgaste físico após uma rotina muito exaustiva ou algum esforço específico. Mas existe a possibilidade de sua origem estar em doenças e problemas mais complexos, que exigem a avaliação de um profissional.

Por isso, preparamos este artigo com a ajuda do Dr. Marcos Cardoso, Ortopedista do HCor de São Paulo, a fim de que você compreenda melhor a dor nas pernas. Continue lendo para saber quais são os tipos que existem, o que provoca esse problema e como ele pode ser tratado.

Quais são os tipos de dor nas pernas?

A dor (algia) é uma sensação desagradável provocada pelo estímulo de terminações nervosas que são sensíveis a determinados fatores. Entretanto, apesar de terem a mesma definição, existem diferentes tipos de dor que variam de acordo com a sua intensidade, difusão, origem, periodicidade, entre outras características.

Sendo assim, quando as pernas ficam doloridas, esse sintoma pode ter a sua origem em diversos fatores. Portanto, também podemos classificar as dores nos membros inferiores em três principais tipos, como você verá a seguir.

Dores ortopédicas

Recebe a classificação de dor ortopédica aquela que está relacionada com problemas musculoesqueléticos, como nas doenças que afetam as articulações, como, por exemplo, a artrose e a artrite. Esse tipo de dor é tratado principalmente pelo médico ortopedista e é mais comum em pessoas com idade avançada.

Dores circulatórias

As dores circulatórias são aquelas desencadeadas por problemas vasculares que provocam a redução do fluxo sanguíneo para os membros inferiores ou outras complicações. Elas ocorrem porque os tecidos não recebem oxigênio, nem nutrientes suficientes. Há prejuízo ao sistema linfático, causando a retenção de líquidos, acarretando inchaço e sensação de peso nas pernas.

Dores ciáticas

A dor ciática é provocada por problemas que afetam os nervos, podendo ser uma inflamação ou uma pressão inadequada sobre eles. Esse tipo de dor costuma irradiar-se para a parte posterior da coluna, causando grande desconforto para o indivíduo e até mesmo provocando limitações físicas.

O que causa as dores nas pernas?

Também existem variações das causas de algia nos membros inferiores dentro dos seus diferentes tipos. Por isso, existem formas de tratar as dores nas pernas com terapias distintas, ainda que elas tenham origens parecidas, afinal, a abordagem dependerá da característica de cada problema. Confira alguns fatores desencadeantes desse sintoma.

Problemas vasculares

A dor nas pernas desencadeada por problemas no sistema vascular, ou seja, na circulação sanguínea pode estar relacionada com a insuficiência venosa ou doença venosa crônica. Sua complicação é a formação de varizes ou vasos, facilmente identificados a olho nu.

Também existe a possibilidade de a dor ser desencadeada por uma redução do fluxo sanguíneo nas artérias. Nesse caso, trata-se da doença arterial periférica, um problema que traz sintomas um pouco mais intensos do que no caso anterior, já que falta oxigênio e nutrientes aos tecidos.

Esforço excessivo

Quando as pernas são submetidas a um esforço excessivo, elas também ficam doloridas, mas essa é uma condição passageira. Isso pode acontecer por permanecermos muito tempo de pé, por caminhar ou por correr demais e praticar atividades físicas intensas.

A dor se manifesta porque sobrecarregamos a musculatura, as articulações ou outras estruturas. Embora ela se amenize gradativamente e desapareça após certo período, também é necessária atenção, pois trata-se de um sintoma que indica que estamos exigindo demais do corpo, o que pode levar a lesões futuras.

Problemas osteomusculares

As dores nas pernas relacionadas com problemas osteomusculares são aquelas desencadeadas por complicações que afetam os ossos ou a musculatura. Elas podem ser uma característica congênita do indivíduo, como no caso de distrofias musculares, ou ser decorrentes de outros problemas específicos.

Esse tipo de algia ocorre em pessoas com doenças inflamatórias autoimunes, lesões provocadas por remédios, intoxicações musculares, alterações hormonais e problemas comuns em pessoas com idade avançada, como a artrite e a artrose, além de outros problemas ortopédicos.

Gravidez

Existem situações em que as dores não estão relacionadas com doenças, mas sim com um estado específico, como é o caso das mulheres gestantes. Para elas, esse sintoma é muito comum durante toda a gravidez, mas suas causas são distintas dependendo da idade gestacional.

No início da gravidez, a algia se manifesta por causa da elevação na produção de hormônios, como o estrogênio e a progesterona. Eles causam a dilatação das veias, o que aumenta o volume de sangue ocasionando o sintoma. Conforme os meses vão passando, o volume do útero, o peso do bebê e da própria mulher comprimem o nervo ciático e a veia cava inferior, causando dor.

Lesões

Existem diversos tipos de lesões que também desencadeiam algia nos membros inferiores, sendo que elas podem ocorrer na musculatura, nos ossos, tendões, nas articulações e outros. São decorrentes de doenças, traumas, acidentes ou esforços excessivos.

Alguns exemplos são as fraturas, torções, contusões, distensões e os estiramentos. As disfunções também podem provocar esse incômodo, como no caso de quem manifesta contraturas musculares ou câimbras.

Diabetes

O diabetes é um mal silencioso que traz complicações para todo o organismo, e isso inclui os membros inferiores. Há casos em que não há como tratar a dor nas pernas sem o devido controle dessa doença, porque com o passar do tempo os altos índices glicêmicos provocam danos aos nervos.

Essa complicação é chamada de neuropatia diabética, uma alteração que afeta em especial os pés, mas também atinge as pernas e pode se estender para outras partes do corpo. Além da dor, o problema provoca a perda de sensibilidade e o surgimento de feridas que não cicatrizam, e ainda queimação, formigamento, ardência e sensação de choques ou agulhadas.

Problemas e desvios na coluna

Como o sistema musculoesquelético do ser humano apresenta diversas conexões, quando o indivíduo tem problemas na coluna, isso pode refletir em seus membros inferiores. Há casos em que os sintomas são mais intensos, provocando limitações para o indivíduo.

Uma hérnia de disco, inflamação no nervo ciático ou um mau posicionamento da coluna vertebral desencadeiam manifestações como dor no fundo das costas, na porção superior das coxas, nos glúteos e até fraqueza nas pernas.

Como tratar a dor nas pernas?

Em todos os casos, independentemente do tipo de algia, há como tratar as dores nas pernas, mas é preciso que o problema seja investigado por um especialista. Somente o profissional pode identificar a causa do sintoma para definir qual é a melhor terapia, que também varia de acordo com a gravidade e a necessidade de cada paciente.

Os tratamentos podem envolver a ingestão de medicamentos ou sua aplicação no local da dor. Também existe a possibilidade da realização de sessões de fisioterapia ou o uso de acessórios como meias de compressão, joelheiras e palmilhas ortopédicas.

Para os indivíduos que têm dor nas pernas em decorrência de outros problemas de saúde, é fundamental o controle da saúde por um médico, seguindo corretamente suas orientações para manter o equilíbrio orgânico.

Agora que você já sabe quais são as causas e como tratar as dores nas pernas, cuide bem do seu corpo para que ela não se manifeste. Lembre-se de fazer a prevenção, praticar exercícios na medida certa e cuidar do seu organismo de um modo geral. Se a dor for persistente, consulte um especialista para evitar que problemas se agravem.

A dor no joelho também é comum e precisa de atenção, pois pode se agravar com o tempo. Veja este artigo que explica suas causas e tratamentos.

Saiba quais os perigos da má postura e como melhorá-la

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Sabia que nem sempre uma posição que parece confortável é a mais adequada para o nosso corpo? Isso se dá porque quando adotamos uma má postura, ela pode ser agradável no começo, pois acomoda a estrutura corporal. Contudo, ao mesmo tempo, pode também forçar articulações e acarretar problemas.

A postura ruim, portanto, não afeta somente a nossa aparência, mas também traz abalos para a saúde. Por isso, é fundamental que saibamos identificar esse hábito nocivo e corrigi-lo. Para saber como fazer isso, fomos conversar com um especialista.

O Dr. Marcos Cardoso, Ortopedista do HCor de São Paulo, nos explicou porque é tão importante adotarmos uma postura correta, os problemas que a má postura pode causar e o que podemos fazer para corrigir a posição do nosso corpo. Continue lendo o artigo para conferir todas essas informações e cuidar melhor de si mesmo!

Por que precisamos ter uma postura correta

Se você observar a forma como as pessoas caminham ou sentam, por exemplo, perceberá que existe uma diferença expressiva entre aquelas que adotam a posição correta da coluna e as que se mantêm em uma má postura.

É visualmente perceptível, no segundo caso, que o corpo não está posicionado do modo certo, o que afeta significativamente a aparência. Inclusive, a má postura transpassa a imagem de insegurança, timidez e descuido consigo mesmo, interferindo até mesmo no modo como interagimos com as demais pessoas.

No entanto, adotar a postura correta não é somente uma questão de imagem, já que o contrário pode sobrecarregar diversas estruturas corporais que, com o tempo, sofrem lesões e desgastes. Sendo assim, manter a posição certa é essencial para cuidar da nossa saúde e evitar problemas futuros.

Aqui, é fundamental lembrarmos que a estrutura musculoesquelética humana trabalha de uma forma harmônica e sincronizada, necessitando da boa postura para que as articulações se encaixem e trabalham em equilíbrio. Entenda, abaixo, o que acontece caso isso não ocorra.

Problemas causados pela má postura

Uma aparência “torta” e desleixada não é o único efeito negativo da má postura. Como dito, ela também afeta expressivamente a saúde acarretando diversos problemas. Veja os exemplos que listamos.

Escoliose

A escoliose é uma deformidade que afeta a coluna vertebral. Ela se contorce em seu próprio eixo e fica desalinhada, assumindo uma postura inclinada para frente, para trás ou para os lados. Sendo assim, o problema ocorre em um plano tridimensional e causa dor nas costas, danos no nervo espinhal ou medula óssea, infecções na coluna e outros.

Cifose

A cifose, ou hipercifose, popularmente conhecida como corcunda, se caracteriza pelo aumento da curvatura da coluna na altura do tórax. As costas ficam mais salientes e o peito impulsionado para trás, ao mesmo tempo em que a cabeça e os ombros tendem ir para frente. Ela causa dores constantes, dificuldade para respirar e compressão nos nervos da coluna.

Saliência abdominal

Pessoas que assumem uma má postura também podem apresentar uma maior saliência abdominal. Isso acontece porque existe a tendência de o tecido adiposo, músculos e órgãos internos projetarem para frente em função da posição errada da coluna.

Encurtamento muscular

Quando o corpo está na posição errada, a pessoa fica mais encolhida e os músculos relaxam demais, ficando flácidos. Com o tempo, ocorre o seu encurtamento, uma vez que toda a sua extensão não é usada.

Algia na coluna

Algia é a designação médica para as sensações dolorosas que se manifestam pelo corpo. A má postura tem como principal consequência as dores na coluna, que ocorrem de forma passageira ou são persistentes em lesões que já se instalaram. Por isso, ela é o primeiro sinal de que existe a necessidade de uma mudança nos hábitos.

Os principais erros de postura

Podemos adotar posições inadequadas em diversas situações. Elas ocorrem no trabalho, na execução de atividades rotineiras, nas práticas esportivas e até mesmo nos momentos de lazer, como ao assistir televisão, mexer no celular ou no computador.

Atualmente, há dois erros posturais muito comuns. O primeiro deles é a postura do celular. Muito frequente, ela se caracteriza pela inclinação do corpo, mantendo os ombros e a cabeça projetados para frente. Com o tempo, acarreta a retificação da região cervical ou a inversão da curva natural do pescoço.

O segundo, é a postura de escritório. Nesse caso a pessoa permanece sentada durante muito tempo, ou o dia inteiro, sem manter apoio na região lombar, com ombros projetados para frente e a cabeça baixa.

Como corrigir desvios de postura

Os problemas de má postura podem estar relacionados tanto com a estrutura corporal do indivíduo, que tem algum desvio em sua anatomia, ou ser um ato voluntário em que a pessoa assume uma posição errada. Em ambos os casos, é possível fazer a correção do posicionamento do corpo, mas aqui listamos algumas medidas que podem ser adotadas no segundo caso para evitar problemas. Confira!

Atenção à posição adotada

Policiar-se é a melhor forma de evitar manter uma má postura. Esteja sempre atento à forma como você caminha, permanece em pé, sentado ou deitado. Procure encaixar a coluna corretamente, mantendo os ombros alinhados, o peito ligeiramente projetado para frente, o abdômen contraído e o pescoço reto.

Adequação dos ambientes

Principalmente no trabalho, é comum que o indivíduo adéque a posição do corpo para ter acesso aos instrumentos que utiliza. No entanto, o ideal é que o ambiente esteja adequado para ele, com uma cadeira confortável, uma mesa em altura correta e a tela ou ferramentas à altura dos olhos. Tudo precisa ser ergonômico.

Uso de coletes ou fitas abdominais

Os coletes são uma excelente alternativa para corrigir a postura porque estimulam o corpo a permanecer na posição correta, com os ombros alinhados, a coluna ereta e o abdômen para dentro. As fitas abdominais são uma opção para quem pratica atividades físicas, pois reduzem o risco de o esportista desenvolver hérnias.

Escolha correta do calçado

Você sabia que o calçado também está relacionado com a má postura? Eles precisam ser escolhidos com cautela para que estejam adequados ao tipo de atividade que será desempenhada. Quem precisa passar muito tempo em pé, por exemplo, deve evitar saltos muito altos, e no caso das práticas esportivas, o ideal são os tênis com amortecimento.

Por outro lado, quando a má postura já está acarretando problemas para a saúde, existe a opção de práticas como a fisioterapia, o pilates e o RPG (reposicionamento postural global), que, por sua vez, contribuem para corrigir a estrutura corporal. Em quaisquer um dos casos, é importante consultar-se com um ortopedistaEle tem o conhecimento necessário para investigar o problema e indicar a melhor terapia.

Por fim, para evitar que a má postura traga consequências negativas, o ideal é estar sempre atento ao modo como você se posiciona. Sendo assim, policie seus hábitos e adote medidas preventivas para não forçar sua coluna e ter mais qualidade de vida.

Além das complicações causadas pela má postura, outro problema muito comum são as dores no joelho. Veja neste outro artigo o que exatamente ela é e como tratá-la.

Veja como os exercícios de aquecimento ajudam na prevenção de lesões

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Fazer exercícios de aquecimento antes das atividades físicas é essencial para prevenir lesões e alcançar um melhor desempenho. Contudo, é preciso entender como essa preparação deve ser feita, visto que quando realizada de modo incorreto pode trazer mais prejuízos do que benefícios.

Além disso, é importante saber qual é a diferença entre alongamento e aquecimento, já que essas práticas têm objetivos distintos. Pensando nisso, preparamos este artigo para explicar melhor sobre o assunto.

Continue lendo para entender como o aquecimento ajuda na prevenção de lesões musculares, e quais são os exercícios que podem ser praticados. 

Por que o aquecimento previne lesões musculares?

Quando estamos em repouso nossos batimentos cardíacos reduzem e há menos fluxo sanguíneo para o organismo, incluindo músculos, tendões e articulações. Eles ficam rígidos, com movimentos limitados.

Por isso, se sairmos do repouso para uma atividade física sem fazer exercícios de aquecimento, existe um grande risco de sofrermos uma lesão. Afinal, o corpo não está preparado para o esforço que realizará.

A função do aquecimento é estimular o coração, a circulação sanguínea, dilatar os vasos e favorecer a oxigenação do organismo. Com ele, conseguimos ter amplitude de movimento, mais força e disposição.

Quando os movimentos são parecidos com aqueles do exercício ou esporte, essa preparação é mais eficaz. Isso porque estimulamos uma mensagem ativadora do cérebro para as partes do corpo que serão trabalhadas, sem sobrecarregá-las.

Quais exercícios de aquecimento podem ser praticados?

É importante entender que aquecer não é o mesmo que alongar. No primeiro caso estimulamos o funcionamento do organismo para que esteja pronto para o esforço que será realizado. Quando alongamos, relaxamos a musculatura e os tendões, estimulando uma resposta que inibe a força.

Ou seja, no alongamento estático a resposta neuromuscular promove relaxamento, e não uma preparação. Por isso, esse tipo de exercício não é indicado no pré-treino de quem precisa de força, velocidade e potência.

Para alcançar melhores resultados o ideal é personalizar os exercícios de aquecimento de acordo com a atividade. Mas existem alguns que são eficazes em todos os casos, a seguir mostraremos alguns exemplos.

Caminhada ou corrida leve

Podem ser praticadas na esteira ou em pistas abertas. O importante é manter um ritmo suave para estimular o sistema cardiorrespiratório, sem levar ao cansaço. Lembre-se de manter uma boa postura e usar calçados adequados ao seu tipo de pisada. De 10 a 15 minutos são suficientes para aquecer.

Bicicleta

A bicicleta ergométrica ou a tradicional também são boas opções de exercícios de aquecimento. Da mesma forma como a corrida e a caminhada, estimula o sistema cardiorrespiratório. 

Porém, não se esqueça de que a altura deve estar adequada ao seu biotipo para não forçar o joelho ou qualquer outra parte do corpo. Pedale de 10 a 15 minutos.

Pular corda

Pular corda é um excelente exercício aeróbico para fazer o aquecimento antes dos treinos. Além de estimular o sistema cardiorrespiratório, a coordenação motora e diversos grupos musculares também são trabalhados.

Assim, você precisa apenas de uma corda, um bom tênis com amortecimento e manter a postura enquanto pula.

Soldadinho

Essa é uma caminhada diferente que você precisa fazer mantendo os braços esticados à frente do corpo. Com uma boa postura e mantendo as pernas esticadas, em cada passo eleve a perna tentando encostar a ponta do pé na mão. Cuidado para não inclinar a coluna nesse momento  o tronco deve permanecer sempre ereto.

Avanço

O avanço é parecido com o afundo, mas, nesse caso, o exercício é feito caminhando. Para isso, mantenha o tronco ereto e as mãos na cintura para ter maior equilíbrio, dê um passo largo e flexione os joelhos, sendo que o joelho de trás deve quase encostar no solo. Tenha cuidado para que o joelho da perna da frente não ultrapasse a ponta do pé. Depois, dê outra passada.

Lembre-se de que os alongamentos não são uma boa alternativa para pré-treinos de força, visto que inibem a musculatura, sendo mais indicados para o pós-treino a fim de relaxar. Então, prefira fazer exercícios de aquecimento, pois desse modo você estará preparando todo seu corpo de uma forma eficaz, evitando lesões.

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Você sabe quais são os benefícios da cinta elástica?

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Os benefícios da cinta elástica são muitos quando esse produto é usado corretamente. Afinal, ele promove a estabilização da região torácica e ainda permite a reorganização de tecidos após cirurgias ou o parto. Ele é encontrado em modelos diferentes e todos são uma faixa de tecido elástico reforçado que envolve a região abdominal.

Os tipos variam de acordo com a necessidade de cada pessoa, sendo que há aqueles com foco no abdômen e outros que protegem a lombar. Por isso, preparamos este artigo para falar um pouco mais sobre as cintas elásticas, apresentando, além dos benefícios que ela traz, as suas indicações e o modo correto de usar. Continue lendo para saber se esse produto também é recomendado para você!

Para que serve a cinta elástica?

Você já deve ter visto muitas citações sobre as cintas modeladoras, aquelas usadas — principalmente por mulheres — para deixar a silhueta mais fina. No entanto, também existem modelos que são indicados para uso ortopédico e que visam a prevenção e saúde, e não somente questões estéticas.

Nesse caso, a cinta elástica é fabricada em tecido flexível e apresenta uma tecnologia que possibilita dar sustentação para certas partes do corpo, como a coluna dorso-lombar e o abdômen. Ela é projetada para evitar a sobrecarga nas estruturas corporais, promovendo a compressão na medida certa e mantendo a estabilidade.

Sendo assim, os benefícios da cinta elástica incluem tanto a prevenção de lesões na coluna como também a facilitação da recuperação de áreas já afetadas, e ainda é recomendada no pós-operatório para diversos casos.

Algumas situações nas quais esse produto é indicado são:

  • escolioses;
  • lesão medular;
  • traumatismos;
  • artroses;
  • fraturas osteoporóticas;
  • lombalgias;
  • somatizações;
  • flacidez abdominal;
  • pós parto;
  • pós-operatório.

É importante entender que a cinta elástica também é considerada uma órtese, porém, ela não promove a imobilização completa. Os modelos usados para estabilização da região lombar, por exemplo, não restringem a mobilidade, e por isso, pode ser usada para sentar-se e dirigir, promovendo a proteção sem impedir a rotina.

De toda forma, o grau de imobilização das cintas varia dependendo do material com o qual ela é fabricada. Existem algumas que são mais rígidas, indicadas para fraturas; outras, mais leves e flexíveis, para contribuir com o fortalecimento da região abdominal após uma lipoaspiração, por exemplo. Sendo assim, para cada necessidade há um produto correto.

Quem pode ou deve usar cinta elástica?

Como você viu, os benefícios da cinta elástica se estendem para diferentes grupos de pessoas em função das várias indicações que ela possui. No entanto, é fundamental que esse produto seja indicado por um especialista.

Isso porque ele promove compressão no organismo e precisa ser usado corretamente para que a estabilização aconteça do jeito certo. Afinal esse é um item ortopédico com finalidades corretivas, preventivas e terapêuticas, e por isso, não pode ser usado indiscriminadamente ou exclusivamente para fins estéticos.

O ideal é que a cinta elástica seja usada por pessoas que precisam de um suporte na região lombar por causa de situações como:

  • permanecer muito tempo em pé ou sentado;
  • atividades que aumentam o risco de lesões na coluna;
  • histórico de dores na coluna;
  • casos de hérnia de disco (para corrigir a postura);
  • fraqueza na coluna.

Além disso, como foi dito, a cinta também é recomendada para mulheres no pós-parto, auxiliando na reorganização dos órgãos internos e permitindo à pele e tecido adiposo se reordenarem, evitando a flacidez na região.

No caso de quem passou por cirurgias, a cinta evita a sobrecarga no local operado e favorece a recuperação e cicatrização dos tecidos. Também traz mais conforto para o paciente e segurança ao se movimentar, prevenindo lesões.

Outra indicação da cinta elástica é para atletas e praticantes de atividades físicas. Isso porque ela ajuda a proteger a região lombar, melhorar a postura e evitar recidivas em caso de lesões anteriores.

Embora a cinta elástica apresente benefícios, ela também pode ser contraindicada em casos mais específicos, como para mulheres grávidas. Nesse caso, elas precisam de um produto específico em função da sua condição, como a faixa ortopédica.

Casos que também merecem atenção são os de pessoas que apresentam problemas de circulação sanguínea. É fundamental que recebam a instrução correta de um profissional, uma vez que a compressão do material pode dificultar ainda mais a circulação do sangue se o item não for usado corretamente.

Quais os benefícios da cinta para o corpo?

Os benefícios da cinta elástica são variados, porque ela ajuda tanto a fazer correções posturais e orgânicas quanto a realizar a prevenção de lesões — e ainda tem indicações terapêuticas. A seguir, listamos algumas de suas funções para que você entenda as vantagens que ela traz.

Minimiza os riscos de lesões na coluna

A tecnologia empregada na fabricação das cintas elásticas engloba o uso de materiais e estruturas que fazem a distribuição do esforço e da carga para outras estruturas corporais, aliviando a pressão na coluna. Por isso, elas minimizam os riscos de lesões nesse local, seja no dia a dia, ao praticar exercícios, ou no trabalho.

Ameniza as dores nas costas

Por causa da sustentação que oferece e pela correção que promove na postura, as dores nas costas também são aliviadas com uso de cintas elásticas. Isso acontece porque elas aliviam o peso que está nas vértebras e costelas, descarregando-o a partir da pélvis. Sendo assim, a carga e pressão na lombar são minimizadas, reduzindo a dor.

Corrige a postura

A cinta mantém a estabilidade do tronco e da coluna, então, a postura é corrigida, prevenindo lesões e deformações. Como a estrutura corporal está posicionada do modo correto, as dores também são minimizadas, além de favorecer o funcionamento dos órgãos internos e mantê-los organizados corretamente.

Favorece a recuperação

Após cirurgias e no caso de lesões, o uso da cinta elástica favorece a recuperação do indivíduo. Afinal, como ela minimiza a sobrecarga e distribui o peso, fica mais fácil para os tecidos cicatrizarem. Além disso, também evita que o mesmo local sofra uma nova lesão por causa das atividades e movimentos.

Como a cinta elástica deve ser usada?

Para desfrutar dos benefícios da cinta elástica a primeira medida a ser adotada é procurar por um especialista. Ele é a pessoa mais indicada para apresentar o produto correto em seu caso, já que existem modelos específicos para necessidades variadas.

O uso de uma cinta incorreta pode trazer mais problemas em função de não agir na região esperada e, ainda, com o agravante de promover o efeito contrário, causando sobrecarga. Além disso, também existem diferentes materiais que podem ser mais ou menos confortáveis, dependendo de quanto tempo e onde ela será usada.

Após identificar o modelo correto, é importante seguir as instruções de uso deixadas pelo fabricante, compreendendo que é necessária na medida certa, sem afetar a circulação sanguínea. E lembre-se de que a cinta somente deve ser usada para dormir caso isso seja recomendado pelo especialista. Do contrário, o ideal é usá-la somente pelo período necessário para fazer a prevenção ou durante uma atividade específica.

Sendo assim, como você pode ver, a forma de utilização também é distinta dependendo do que cada pessoa necessita. Portanto, a decisão mais correta é sempre procurar um profissional para receber as suas instruções.

Outro ponto importante para você desfrutar dos benefícios da cinta elástica é escolher uma boa marca, assim terá certeza de que produto tem boa qualidade e atenderá às suas necessidades. Afinal, é preciso que tenha uma procedência confiável para cuidar bem da sua saúde sem oferecer nenhum tipo de risco.

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Dor na lombar: quais são as causas, sintomas e tratamentos?

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Você também já sentiu dor na lombar? Essa é uma condição muito comum que a maioria das pessoas já experimentou, seja por causa da má postura, de um esforço excessivo ou até mesmo porque desenvolveu-se algum problema mais complexo.

Geralmente as pessoas procuram tratar essa condição sozinhas, seja por meio da automedicação ou práticas alternativas como a massagem. É verdade que há casos em que ela traz um excelente resultado, no entanto, o ideal é que essa terapia seja indicada por um especialista.

Isso porque a dor na lombar pode ter causas diversas, então é fundamental entender o que a está provocando para tratar corretamente. E foi por isso que nós preparamos este artigo. Continue lendo para entender o que desencadeia essa dor, quais são os seus sintomas e as principais formas de tratamento. Acompanhe!

O que é a dor na lombar?

A dor na lombar, ou lombalgia, é um incômodo que se manifesta na porção final da coluna, sendo aquela localizada mais próximo à bacia. Ela causa um desconforto constante que pode agravar-se quando a pessoa fica muito tempo sentada, em pé ou em uma determinada posição.

Essa é uma das dores mais comuns e recorrentes nos consultórios de Ortopedia, sendo que representa mais de 50% dos casos de dores nas costas, segundo o Dr. Marcos Cardoso, Ortopedista do HCor de São Paulo.

Uma das explicações para isso está no fato de que a lombar sustenta muito peso, portanto, movimentos equivocados e esforços excessivos causam sobrecarga nela, além da postura inadequada.

Essa sensação dolorosa pode se manifestar em pessoas de todas as idades. No entanto, é mais comum em indivíduos adultos, já que está bastante relacionada com as condições de trabalho. Também é recorrente em pessoas que praticam atividades e exercícios físicos incorretamente ou em excesso.

Quais são os sintomas da dor na lombar?

A lombalgia se caracteriza pela dor localizada abaixo das últimas costelas, especificamente nas costas, acima das linhas glúteas. Algumas pessoas sentem, também, dores nos membros inferiores e nas nádegas.

Quando uma dor na lombar se manifesta ela incomoda constantemente e ainda pode ocasionar pontadas agudas, dependendo do movimento realizado ou da posição assumida. Sendo assim, quem está sob essa condição pode sentir ainda mais dor se ficar muito tempo em pé ou sentado, por exemplo.

Somente se manifestam outros sintomas se a dor na lombar for causada por uma condição mais complexa, como uma infecção ou inflamação. Além disso, ela pode ser confundida com uma crise renal, mas difere dela porque no segundo caso também ocorre, por exemplo, vômito e febre.

Quais as causas da dor na lombar?

A dor na lombar pode ser classificada em dois tipos diferentes, sendo:

  • lombalgia aguda: é classificada como uma dor lombar aguda quando o problema surgiu há menos de seis semanas; geralmente ela é causada pela má postura ou esforço excessivo;

  • lombalgia crônica: quando a dor está incomodando há mais de 12 semanas e nem sempre é possível identificar a sua causa, podendo estar relacionada com a artrose ou hérnia de disco.

Ou seja, existem diferentes causas possíveis para a dor na lombar e, a seguir, listamos algumas condições que podem desencadear esse problema.

Má postura

Toda a estrutura musculoesquelética humana tem um encaixe perfeito para que não haja sobrecarga em nenhuma área. No entanto, quando assumimos uma postura errada esforçamos demais certas partes do corpo, como acontece com a lombar.

Quando permanecemos muito tempo sentados, por exemplo, inclinamos o corpo para frente ou deixamos apenas um braço apoiado, o que esforça demais a musculatura e as articulações. Assim, elas ficam tensionadas e se manifesta a dor.

Inflamação

Um trauma ou sobrecarga muito grande sobre a musculatura e/ou as vértebras da coluna podem gerar uma lesão inflamatória. Sendo assim, a dor na lombar se manifestará em decorrência dessa inflamação dos tecidos.

Hérnia de disco

Entre as vértebras da coluna existe uma espécie de amortecedor natural que evita o atrito dos ossos. A hérnia de disco se caracteriza pela alteração no formato dessas estruturas e/ou o extravasamento do líquido em seu interior. Assim acontece um contato excessivo entre os ossos e ocorre uma pressão sobre o nervo, causando a dor na lombar.

Artrose

A artrose é um problema que pode se manifestar em qualquer articulação do corpo, inclusive na coluna. Ela se caracteriza pela perda da cartilagem localizada entre os ossos, o que ocasiona também a sua degeneração. Trata-se de uma doença crônica irreversível.

Escorregamento de vértebra

Essa condição é chamada de espondilolistese e ocorre quando uma vértebra escorrega para cima da outra. Existem diferentes tipos desse problema, no entanto, o mais frequente é aquele provocado por uma lesão na porção intra-articular, causando sua fratura ou alongamento.

Como se prevenir contra a dor na lombar?

A principal forma de prevenção para a dor na lombar é evitar a sobrecarga nessa porção da coluna. Para isso é importante manter uma boa postura e ter cuidado ao manusear objetos e volumes pesados. Para que essa condição não se manifeste, adote as seguintes medidas:

  • pratique atividades físicas para fortalecer os músculos da região lombar;

  • mantenha uma postura adequada sentado, deitado, em pé ou caminhando;

  • evite permanecer muito tempo sentado ou em pé;

  • prefira cadeiras e poltronas que tenham apoio para a lombar;

  • evite carregar volumes muito pesados;

  • faça pausas estratégicas nas atividades e trabalhos para alongar as costas;

  • quando for abaixar, flexione os joelhos para não curvar as costas;

  • aqueça, alongue e resfrie o corpo nas práticas esportivas e atividades físicas;

  • use cintas elásticas ou coletes para corrigir a postura e proteger a lombar;

  • mantenha o peso corporal saudável.

Como tratar a dor na lombar?

O problema quando se manifesta uma dor na lombar não é somente conviver com a sensação dolorosa, mas também as complicações que isso pode trazer para o restante do corpo. Afinal, é natural tentarmos compensar a postura para evitar a dor, mas assim sobrecarregamos outras estruturas.

Além disso, não podemos esquecer de que a dor também pode ser o sintoma de alguma condição mais grave. Por isso, é muito importante consultar um especialista, evitando a automedicação e o autotratamento.

É fundamental procurar um médico quando a dor se torna persistente, pois podem ocorrer complicações como o desgaste dos tecidos. O retardo do diagnóstico interfere no tratamento de doenças mais graves, como a hérnia de disco ou até mesmo um tumor.

Embora exercícios, massagens e sessões de fisioterapia tragam efeitos positivos para a dor na lombar, é fundamental que o ortopedista identifique as causas do problema. Assim, a terapia será direcionada do modo correto e trará efeitos mais rápidos e eficazes.

A dor na lombar recebe tratamento de acordo com aquilo que a esteja ocasionando, sendo algumas alternativas:

  • correção da postura;

  • uso de cintas ou coletes ortopédicos;

  • sessões de fisioterapia;

  • exercícios direcionados;

  • medicamentos.

Para muita gente a dor na lombar é uma velha companheira, que está sempre presente, mas fique atento se isso acontece com você. Afinal, ela pode ser apenas resultado da má postura, mas também estar indicando algo que exija atenção. Na dúvida, consulte um médico e procure sempre adotar medidas preventivas.

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Você sabe quando procurar um ortopedista? Descubra aqui!

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Você sabe quando procurar um ortopedista para fazer um tratamento médico? Se não tem certeza, não se preocupe. É muito comum que as pessoas tenham dúvidas sobre o especialista a ser consultado, se o ideal seria de fato o ortopedista, um reumatologista, um traumatologista ou outros.

Mas é importante saber que cada um desses profissionais trabalha na prevenção e tratamento de doenças e condições diferentes. Por isso, é interessante entender os problemas tratados por cada um deles a fim de iniciar o tratamento correto o mais rápido possível.

Conversamos com o ortopedista Dr. Marcelo Rosa para que ele nos explicasse o que um médico desse ramo faz, as doenças que ele trata, as diferenças para outras especialidades e mais informações sobre o assunto. Continue lendo e confira!

O que faz um médico ortopedista?

Existem 53 especialidades médicas reconhecidas no Brasil, sendo que elas se dividem em quatro grandes categorias ou cadeiras básicas:

  • cirurgia;
  • clínica;
  • ginecologia;
  • pediatria.

No caso da ortopedia, ela se enquadra na cadeira da cirurgia. Sendo assim, o ortopedista pode atuar como cirurgião, mas ele não precisa necessariamente se formar em cirurgia geral. De toda forma, esse especialista atua na prevenção, estudo e tratamento de problemas e doenças que afetam tendões, ligamentos, músculos, articulações e ossos. Em seu dia a dia, esse profissional:

  • realiza consultas;
  • faz estudos de caso;
  • realiza o diagnósticos;
  • solicita exames;
  • elabora tratamentos;
  • prescreve medicamentos;
  • faz o acompanhamento de pacientes;
  • atua na recuperação de problemas;
  • recomenda medidas preventivas;
  • faz o encaminhamento para outros especialistas; e
  • realiza cirurgias.

O ortopedista atende pacientes de todas as faixas etárias, desde bebês recém-nascidos até pessoas idosas. Ele também pode optar pela especialização em uma determinada parte do corpo, sendo que existem especialistas em mãos, coluna, joelhos, entre outros.

Quais são as principais doenças tratadas por um ortopedista?

As dúvidas sobre quando procurar um ortopedista surgem principalmente porque as pessoas não sabem ao certo quais são os problemas que esse médico trata. Mas, como dito, sua atuação engloba todas as estruturas que estão relacionadas com a locomoção humana.

Sendo assim, os tratamentos da ortopedia são destinados para pessoas que apresentam problemas congênitos como malformações ou disfunções. Também atende aos pacientes que desenvolvem essas complicações ao longo da vida ou que as têm como sequela de traumas e acidentes.

Conforme explicado, alguns ortopedistas são especializados em partes do corpo. Aqueles que cuidam das mãos e punho, por exemplo, tratam problemas como dedo em gatilho, síndrome do canal cárpico, dedo em botoeira, além de fraturas, artrose, tendinites e outros. De um modo geral, o médico ortopedista trata, entre outras condições:

  • problemas de crescimento;
  • lombalgia;
  • hérnia de disco;
  • artrose;
  • bursite;
  • lesões dos meniscos;
  • ruptura de ligamentos;
  • fratura do colo femoral;
  • entorses;
  • joanete;
  • dedo em garra;
  • pé diabético;
  • fasceíte plantar.

Todas as condições, doenças e lesões que afetam o sistema musculoesquelético recebem atenção dessa especialidade. Também é muito comum que o profissional atue em conjunto com outros, como o fisioterapeuta, para garantir melhores resultados e um tratamento mais completo.

Para saber quando procurar um ortopedista, não é necessário passar por um clínico geral, embora esse médico possa ajudar a identificar sintomas que indiquem a necessidade de um especialista. De toda forma, algumas manifestações e situações que exigem atenção são:

  • limitações nos movimentos;
  • dores frequentes em articulações, ossos ou músculos;
  • sensações dolorosas que se agravam com determinados movimentos;
  • redução da flexibilidade das articulações;
  • deformações.

Além disso, a consulta com esse especialista é essencial após um trauma ou acidente. Também é importante o acompanhamento quando houver histórico familiar de problemas no sistema locomotor, em especial na terceira idade.

Qual a diferença entre ortopedista e reumatologista?

Embora seja possível reumatologistas e ortopedistas tratarem certos tipos de problema, como a artrose, essas especialidades médicas possuem as suas diferenças. Assim, há casos em que o paciente deve ser encaminhado para um ou outro.

Na ortopedia os tratamentos e procedimentos são indicados quando ocorrem problemas mecânicos relacionados ao sistema musculoesquelético. Já a reumatologia cuida de processos inflamatórios que afetam articulações e tecidos ao seu redor.

É verdade que é possível a necessidade de esses profissionais trabalharem em conjunto, bem como com outros especialistas, como um fisiatra, um traumatologista ou um fisioterapeuta, que já foi citado.

Enquanto o ortopedista trata luxações, fraturas, lesões de ligamento e outros similares, o reumatologista trata doenças como fibromialgia, osteoporose, artrite reumatoide, tendinites e outros. Se tiver dúvida sobre quando procurar um ortopedista ou um reumatologista, procure antes um clínico geral, pois com base em seus relatos ele indicará o profissional adequado.

Como escolher um médico ortopedista de confiança?

Para cuidar da saúde, independentemente do tipo de especialista que você esteja procurando, é fundamental que ele transpasse confiança. Por isso, não recomendamos que você escolha o seu médico com base em publicidade, status ou valores de consulta.

O ideal é que seja um especialista bem-preparado, que desperte sua simpatia, transmita segurança e ofereça um atendimento de qualidade. Por isso, listamos a seguir algumas dicas para que você escolha um bom ortopedista e realize um tratamento que traga excelentes resultados:

Peça indicações

Quando procurar um ortopedista ou qualquer outro médico especialista, as indicações sempre serão uma excelente alternativa. Afinal, as pessoas sempre recomendarão os profissionais que realizaram um bom trabalho e prestaram um ótimo atendimento, trazendo a solução para seus problemas.

Prefira um especialista

Embora todo ortopedista tenha conhecimento e preparo para atender pacientes com problemas musculoesqueléticos, é mais interessante que você procure um que seja especialista na parte do corpo que precisa ser tratada.

Analise a experiência

A experiência do profissional também é muito importante. Isso não se refere somente ao tempo que ele atua. É interessante que tenha atendido a casos similares e realizado tratamentos com resultados satisfatórios.

Observe a formação e preparo

É fundamental que profissionais da área médica estejam constantemente reciclando seus conhecimentos por meio da participação em eventos ou realizando cursos. Portanto, observe se o especialista tem a formação adequada para atender ao seu caso e também se ele se mantém atualizado e bem-preparado para prestar um atendimento de qualidade.

Avalie o atendimento

Por fim, você também pode agendar uma consulta com o especialista com o intuito de conversar com ele para avaliar o seu atendimento, bem como da equipe que o assessora. Afinal, é muito importante que todos sejam atenciosos, educados e prestativos, e que o médico inspire confiança e segurança.

Agora que você já sabe quando procurar um ortopedista e também o que esse especialista faz, esteja atento às suas necessidades. Não se esqueça de que dores e incômodos não são situações normais. Caso eles se mostrem recorrentes, agende um horário para conversar com um profissional da sua confiança.

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Entenda sobre o tratamento e prevenção da tendinite

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Embora as inflamações nos tendões sejam um problema muito comum, felizmente, medidas para tratamento e prevenção da tendinite existem e são eficazes. No entanto, isso requer a cooperação do próprio indivíduo para que seja possível preservar essas estruturas, tratar a lesão quando ela existir e evitar que aconteça outra vez.

A tendinite pode afetar pessoas de qualquer idade e está relacionada com as mais diferentes atividades e trabalhos. Por isso, conversamos com a fisioterapeuta Dra. Cândida Luzo para que ela nos explicasse exatamente o que é a tendinite, quais são os tratamentos que existem e ainda deixasse algumas recomendações para prevenir e evitar recidivas.

Continue lendo este artigo para conferir as informações que a Dra. Cândida deixou para nós e veja como cuidar bem de si mesmo para evitar os incômodos e limitações causados por esse problema.

O que é a tendinite?

O sistema locomotor do ser humano é composto por diversas estruturas diferentes, que possibilitam ligar os tecidos uns aos outros, favorecer os movimentos e garantir a flexibilidade. Aqui também estão inclusos os tendões, presentes em todo nosso corpo.

Eles são tecidos fibrosos que fazem a conexão entre os músculos e os ossos e, assim como qualquer outro, podem ser lesionados por causa de alguns fatores. Um problema muito comum é a tendinite, processo inflamatório que pode se manifestar em qualquer tendão.

A tendinite é causada por uma sobrecarga nesse tecido, decorrente de um esforço ou movimentos repetitivos. Por isso ela é classificada como uma LER (lesão por esforço repetitivo) afetando tanto trabalhadores quanto esportistas e até mesmo pessoas que têm hobbies ou realizam trabalhos e atividades que exigem os mesmos movimentos.

É isso que acontece, por exemplo, com músicos, pessoas que fazem crochê, tricô, costura manual, digitadores, jogadores de golfe, tênis, entre muitos outros. Qualquer um que realize constantemente os mesmos movimentos está sujeito a desenvolver uma tendinite.

Essa inflamação é um tipo de tendinopatia, mas se refere apenas às lesões agudas que afetam os tendões. É importante entender isso porque há casos de tendinose, uma complicação resultante da tendinite não tratada adequadamente. Acontece uma degeneração do tendão, nesse caso, um problema mais sério cujo tratamento também é diferente.

Quais os principais tratamentos para esse problema?

É possível fazer o tratamento e prevenção da tendinite, sendo preferível estar atento ao segundo caso para evitar que os tendões fiquem inflamados. De toda forma, há técnicas diferentes para reverter o processo inflamatório, sendo que o procedimento varia de acordo com a necessidade de cada paciente.

A seguir, listamos as principais opções de tratamento para essa condição.

Descanso

Para muitos pacientes a tendinite pode ser revertida simplesmente mantendo o descanso. É preciso identificar a atividade que causou o problema e parar com a sua prática durante a recuperação.

O ideal seria fazer uma interrupção total dos movimentos, no entanto, pelo menos uma redução deles é necessária para preservar o tendão e evitar possíveis complicações. A aplicação de compressas frias ajuda nesse processo porque minimiza a progressão da inflamação.

Imobilização

Para o período de descanso e recuperação do paciente também é possível imobilizar a área afetada. Para isso são utilizadas bandagens, cintas e, em casos mais graves, a imobilização total com gesso. A intenção é reduzir a movimentação dos tendões para minimizar os sintomas e evitar o esforço e sobrecarga nessa estrutura, possibilitando a regressão dos sintomas.

Medicações

O médico também pode receitar algumas medicações com efeito analgésico e anti-inflamatório para minimizar sintomas e estimular a recuperação do tecido lesionado. Essas substâncias têm indicação para uso oral ou podem ser injetadas ao redor do tendão afetado e até mesmo em sua bainha.

No entanto, o profissional precisa analisar com cuidado a necessidade da aplicação de medicamentos, pois o uso constante de injeções acaba enfraquecendo o tendão e também aumenta o risco de ocorrer a sua ruptura.

Sessões de fisioterapia

Outra alternativa são as sessões de fisioterapia para fazer a manipulação da área afetada. Movimentos e massagens específicos trazem alívio para os sintomas e ainda estimulam a recuperação do tendão, acelerando o processo de cicatrização.

O tratamento com fisioterapeuta é desenvolvido especificamente para cada paciente e com base no tipo de tendinite que se manifestou. A quantidade de sessões também varia conforme a necessidade, e ainda é possível que o especialista instrua o paciente sobre práticas caseiras que complementam a terapia e favorecem os resultados.

Cirurgia e terapia de onda de choque

Essas duas técnicas de tratamento da tendinite são indicadas para casos mais graves, quando há depósitos de cálcio ao redor do tendão. Eles podem ser eliminados tanto pela terapia de ondas de choque como também removidos cirurgicamente. Mas é válido ressaltar que isso ocorre em casos raros, sendo que as técnicas anteriores são suficientes para a maioria.

Quais as dicas de prevenção da tendinite?

Entre tratamento e prevenção da tendinite todo especialista recomendará evitar que a inflamação se manifeste. Afinal, é preferível fazer pequenas mudanças em hábitos e comportamentos a ter que interromper as atividades para tratar uma lesão.

A boa notícia é que prevenir esse problema não é difícil. Mesmo que você realize uma atividade que esforce uma determinada parte do corpo, é possível preservar os tendões adequando o seu espaço, sua postura e os equipamentos que utiliza.

Veja a seguir algumas dicas para prevenir a tendinite.

1. Programe pausas regulares

Quando não for possível deixar de realizar os movimentos repetitivos, o ideal é programar pausas regulares para deixar os tendões descansarem. Se você não conseguir se lembrar sozinho, pode agendar um alarme no computador, celular ou relógio a cada uma hora, por exemplo.

Use esse tempo para fazer alongamentos na região explorada para favorecer a flexibilidade e estimular a circulação sanguínea. Desse modo, os tecidos serão oxigenados, nutridos e relaxados.

2. Pratique exercícios

Se você pratica uma atividade de risco para o desenvolvimento da tendinite, procure um especialista para que ele possa lhe indicar exercícios específicos para proteger os tendões. Essas atividades fortalecerão os músculos ao redor dessa estrutura para que ela não sofra um esforço muito grande e se fortaleça.

3. Faça alongamentos

Na prática esportiva e de exercícios é fundamental aquecer e alongar devidamente o corpo antes da atividade. Além disso, para encerrá-la é fundamental reduzir gradativamente o ritmo e depois alongar mais uma vez. Assim a tensão é eliminada e não há paradas bruscas.

4. Use equipamentos específicos

Existem produtos e equipamentos que podem ser utilizados tanto para adaptar o ambiente de trabalho, por exemplo, como proteger os tendões durante práticas esportivas e atividades. A digitala é uma excelente alternativa, bem como as munhequeiras, braçadeiras, palmilhas, tornozeleiras, entre outros que evitam a sobrecarga dessas estruturas.

Como evitar que a tendinite volte?

As mesmas dicas para fazer a prevenção da tendinite são aquelas recomendadas para evitar que ela volte. Como está relacionada com as atividades desempenhadas, há sempre a chance de o tendão ser sobrecarregado mais uma vez e inflamar lembrando que quando a tendinite se torna muito recorrente e não é tratada adequadamente pode evoluir para complicações mais graves.

Sendo assim, se você já teve a tendinite é importante identificar aquilo que a está causando para adotar as medidas adequadas, a fim de adaptar os movimentos evitando a sobrecarga dessa estrutura. Converse com um especialista para que ele indique a melhor forma de fazer apresentação no seu caso.

A melhor forma de evitar a recidiva dessa inflamação é procedendo do modo correto, fazendo a devida adaptação do ambiente de trabalho e adotando hábitos para proteger o local lesionado.

O tratamento e prevenção da tendinite não são difíceis de realizar, mas o ideal é proteger os tendões. Sendo assim, os equipamentos são fundamentais para evitar essa inflamação. Então, procure por um fabricante de confiança, a fim de adquirir produtos ortopédicos eficazes que trarão resultados satisfatórios.

Saiba mais sobre os equipamentos que ajudam a prevenir a tendinite. Entre em contato conosco e converse com os nossos especialistas.

5 dicas de como proteger suas articulações!

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Você sabe como proteger as articulações contra lesões e desgastes? É muito importante obter essas informações, pois essas estruturas são fundamentais para o corpo e garantem a movimentação dele.

As articulações são conexões naturais localizadas entre dois ou mais ossos, revestidas por tecidos que ajudam a evitar o atrito entre eles. Como elas são sensíveis, é essencial protegê-las para que se mantenham saudáveis e cumpram sua função.

Veja neste artigo as dicas para fazer essa proteção e evitar dores e desconfortos, bem como problemas futuros, que possam limitar os seus movimentos. Continue a leitura!

1. Faça exercícios intensos de baixo impacto

Os músculos ajudam a proteger as articulações, no entanto, para ganhar essa massa magra é importante evitar os exercícios de alto impacto, pois eles podem lesionar as articulações. Sendo assim, o ideal é associar intensidade com menos impacto.

Algumas atividades que garantem força muscular sem causar lesões para essas estruturas são a natação, a bicicleta ergométrica e a hidroginástica. Você também pode conversar com o instrutor de educação física para que ele indique outras opções similares.

2. Cuide da sua alimentação

A manutenção do peso corporal está entre as nossas dicas de como proteger as articulações, porque dessa forma evitamos a sobrecarga nelas. Portanto, procure manter uma dieta saudável e menos calórica, evitando o acúmulo de gordura.

O organismo também pode desencadear respostas inflamatórias em decorrência de uma dieta muito ácida. Então, prefira um cardápio mais alcalino e que contenha alimentos como maçã, couve, espinafre, abacaxi, gengibre, mamão papaia, entre outros que ajudem a fazer uma limpeza de dentro para fora.

3. Use suplementos específicos

Com o passar do tempo é uma tendência natural que o nosso corpo reduza a quantidade de colágeno, o que também pode afetar as articulações. Embora ele esteja presente nos alimentos, os suplementos são uma ótima alternativa para complementar a obtenção dessa substância.

Pessoas que têm tendência para artrite, artrose e outros problemas articulares devem fazer acompanhamento com um especialista e relatar essa condição para iniciar um procedimento preventivo. E para os demais também é interessante conversar com um profissional e receber orientações sobre o melhor produto e a dosagem adequada.

4. Trabalhe a flexibilidade

Quando permanecemos parados as nossas articulações ficam naturalmente enrijecidas, assim como a musculatura. Isso minimiza a amplitude dos nossos movimentos e pode causar lesões quando realizamos alguma atividade mais intensa.

Sendo assim, o ideal é fazer alongamentos diariamente para aumentar a flexibilidade, mesmo que você não vá praticar atividades físicas. Mas quando for esse o caso, não se esqueça de que alongar-se é fundamental, bem como fazer um aquecimento antes de se exercitar para evitar lesões.

5. Mantenha uma boa postura

Para qualquer atividade que desempenharemos é muito importante manter uma boa postura. Tanto no trabalho como para praticar algum esporte, uma atividade de lazer e até mesmo para assistir televisão, é fundamental que o corpo esteja bem posicionado para evitar sobrecarga em suas estruturas.

Sendo assim, procure sentar-se sempre com a coluna ereta, mantendo o apoio da lombar, um bom posicionamento para os braços e o foco da visão centralizada. Para quem faz movimentos repetitivos ou trabalha muito tempo sentado, é importante realizar pequenas pausas para fazer alongamentos e diminuir a tensão.

Todas essas dicas sobre como proteger as articulações são eficazes, contudo, continua sendo indispensável contar com profissionais para que eles possam orientar sobre o que é ideal em cada caso. Portanto, procure cuidar-se no dia a dia, mas não deixe de ouvir a opinião de um especialista.

O joelho é uma das articulações que mais sofre; por isso, é importante adotar medidas para protegê-lo. Veja neste outro artigo 5 exercícios que ajudam a fortalecer essa estrutura.

 

Lesão na coluna: veja os tipos mais comuns e como evitar!

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Lesões na coluna são danos causados, seja de forma aguda (como um trauma) ou crônica (como má postura corporal), que passam a danificar a região, seja na parte óssea, ligamentar ou muscular.

Por ser uma região importante do corpo, as dores causadas por uma lesão na coluna tendem a gerar uma queda na qualidade de vida, prejudicando a saúde da pessoa. Por isso é importante conhecer os tipos mais comuns, como evitar e os principais tratamentos caso o problema ocorra. Continue lendo e tire suas dúvidas sobre o assunto!

Entorses

As entorses, em conjunto com o estiramento muscular, são uma das principais causas de lombalgia por causa da sua participação nos movimentos de torção e flexão.

Causas

Ocorre quando os ligamentos são deslocados de seus anexos em movimentos de torção e flexão da coluna, gerando um processo inflamatório no local, ocasionando dor e espasmos musculares. A obesidade tende também a causar um maior índice de entorses, já que há uma sobrecarga na coluna.

Tratamentos

Recomenda-se repouso durante o período inflamatório (normalmente 1 a 3 dias). Não se deve fazer repouso prolongado, já que ele pode levar a perda de força muscular. Também pode-se utilizar anti-inflamatórios para minimizar o desconforto.

Como evitar

O fortalecimento e o alongamento para melhor flexibilidade e força da região abdominal são recomendados. Além disso, a prática de esportes deve ser sempre supervisionada, para evitar que movimentos inadequados causem a entorse.

Hérnia de disco

A hérnia de disco é consequência de um enfraquecimento do disco intervertebral, que se desloca de sua posição. Esse problema leva a sintomas como queimação ou dormência na região e tende a afetar a região cervical e a lombar.

Causas

A principal causa da hérnia de disco é a postura inadequada no dia a dia, bem como o hábito de carregar peso de forma excessiva. Também tende a aparecer mais quando não há um envelhecimento saudável.

Tratamentos

Quando identificada inicialmente e tratada corretamente, o tratamento é eficaz e dura pouco tempo. Normalmente nessa fase utiliza-se analgésicos, anti-inflamatórios, fisioterapia, alongamento e exercícios de fortalecimento. Durante o tratamento, deve-se evitar atividades físicas.

Em casos mais graves, quando o tratamento clínico não funciona mais, pode-se utilizar a cirurgia para resolução do problema.

Como evitar

É necessário manter a postura durante a execução das atividades do dia a dia, principalmente para aqueles que trabalham carregando peso excessivo. Evite andar continuamente de salto. Também é importante evitar a obesidade por meio da má alimentação.

Lesão na medula espinhal

A lesão na medula espinhal, como o próprio nome sugere, é um dano causado às células da medula, parte fundamental do sistema nervoso central, ou quando a faixa de nervos da região é lesionada.

Causas

São diversas as causas que podem estar envolvidas neste tipo de lesão, entre elas:

  • danos causados diretamente a medula espinhal, principalmente com armas brancas (facas) e armas de fogo;
  • traumas causados diretamente na região superior do corpo (pescoço, rosto, cabeça, peito ou costas);
  • acidentes automobilísticos;
  • choques elétricos;
  • queda abrupta sobre a cabeça;
  • queda de grandes alturas.

Tratamentos

O tratamento deve ser feito de forma imediata, a fim de evitar que as lesões provocadas na medula espinhal gerem sequelas permanentes. Quanto mais tempo demorar para começar, piores poderão ser as consequências.

Pode-se utilizar corticoides para minimizar inflamações. Caso a compressão seja por um pedaço de osso ou hematoma, pode-se optar por intervenções cirúrgicas. Também se indica repouso absoluto para uma recuperação adequada, bem como fisioterapia e terapia ocupacional e de reabilitação.

Como evitar

Como podemos ver, a lesão na coluna normalmente ocorre por trauma. Portanto, a única prevenção possível é evitando as situações de risco, bem como utilizando equipamentos de segurança (cinto de segurança em automóveis, por exemplo).

Lesões na coluna, infelizmente, são comuns. Porém, seus danos costumam prejudicar consideravelmente a qualidade de vida da pessoa. E isso não é bom, não é mesmo? Por isso, previna esses problemas e evite se expor ao risco dessas lesões, já que pode ocorrer até mesmo danos permanentes.

Os exercícios de fortalecimento são fundamentais para evitar que você tenha uma lesão na coluna. Leia nosso artigo e conheça 4 exercícios para dor nas costas que você precisa conhecer.