Entenda sobre o tratamento e prevenção da tendinite

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Embora as inflamações nos tendões sejam um problema muito comum, felizmente, medidas para tratamento e prevenção da tendinite existem e são eficazes. No entanto, isso requer a cooperação do próprio indivíduo para que seja possível preservar essas estruturas, tratar a lesão quando ela existir e evitar que aconteça outra vez.

A tendinite pode afetar pessoas de qualquer idade e está relacionada com as mais diferentes atividades e trabalhos. Por isso, conversamos com a fisioterapeuta Dra. Cândida Luzo para que ela nos explicasse exatamente o que é a tendinite, quais são os tratamentos que existem e ainda deixasse algumas recomendações para prevenir e evitar recidivas.

Continue lendo este artigo para conferir as informações que a Dra. Cândida deixou para nós e veja como cuidar bem de si mesmo para evitar os incômodos e limitações causados por esse problema.

O que é a tendinite?

O sistema locomotor do ser humano é composto por diversas estruturas diferentes, que possibilitam ligar os tecidos uns aos outros, favorecer os movimentos e garantir a flexibilidade. Aqui também estão inclusos os tendões, presentes em todo nosso corpo.

Eles são tecidos fibrosos que fazem a conexão entre os músculos e os ossos e, assim como qualquer outro, podem ser lesionados por causa de alguns fatores. Um problema muito comum é a tendinite, processo inflamatório que pode se manifestar em qualquer tendão.

A tendinite é causada por uma sobrecarga nesse tecido, decorrente de um esforço ou movimentos repetitivos. Por isso ela é classificada como uma LER (lesão por esforço repetitivo) afetando tanto trabalhadores quanto esportistas e até mesmo pessoas que têm hobbies ou realizam trabalhos e atividades que exigem os mesmos movimentos.

É isso que acontece, por exemplo, com músicos, pessoas que fazem crochê, tricô, costura manual, digitadores, jogadores de golfe, tênis, entre muitos outros. Qualquer um que realize constantemente os mesmos movimentos está sujeito a desenvolver uma tendinite.

Essa inflamação é um tipo de tendinopatia, mas se refere apenas às lesões agudas que afetam os tendões. É importante entender isso porque há casos de tendinose, uma complicação resultante da tendinite não tratada adequadamente. Acontece uma degeneração do tendão, nesse caso, um problema mais sério cujo tratamento também é diferente.

Quais os principais tratamentos para esse problema?

É possível fazer o tratamento e prevenção da tendinite, sendo preferível estar atento ao segundo caso para evitar que os tendões fiquem inflamados. De toda forma, há técnicas diferentes para reverter o processo inflamatório, sendo que o procedimento varia de acordo com a necessidade de cada paciente.

A seguir, listamos as principais opções de tratamento para essa condição.

Descanso

Para muitos pacientes a tendinite pode ser revertida simplesmente mantendo o descanso. É preciso identificar a atividade que causou o problema e parar com a sua prática durante a recuperação.

O ideal seria fazer uma interrupção total dos movimentos, no entanto, pelo menos uma redução deles é necessária para preservar o tendão e evitar possíveis complicações. A aplicação de compressas frias ajuda nesse processo porque minimiza a progressão da inflamação.

Imobilização

Para o período de descanso e recuperação do paciente também é possível imobilizar a área afetada. Para isso são utilizadas bandagens, cintas e, em casos mais graves, a imobilização total com gesso. A intenção é reduzir a movimentação dos tendões para minimizar os sintomas e evitar o esforço e sobrecarga nessa estrutura, possibilitando a regressão dos sintomas.

Medicações

O médico também pode receitar algumas medicações com efeito analgésico e anti-inflamatório para minimizar sintomas e estimular a recuperação do tecido lesionado. Essas substâncias têm indicação para uso oral ou podem ser injetadas ao redor do tendão afetado e até mesmo em sua bainha.

No entanto, o profissional precisa analisar com cuidado a necessidade da aplicação de medicamentos, pois o uso constante de injeções acaba enfraquecendo o tendão e também aumenta o risco de ocorrer a sua ruptura.

Sessões de fisioterapia

Outra alternativa são as sessões de fisioterapia para fazer a manipulação da área afetada. Movimentos e massagens específicos trazem alívio para os sintomas e ainda estimulam a recuperação do tendão, acelerando o processo de cicatrização.

O tratamento com fisioterapeuta é desenvolvido especificamente para cada paciente e com base no tipo de tendinite que se manifestou. A quantidade de sessões também varia conforme a necessidade, e ainda é possível que o especialista instrua o paciente sobre práticas caseiras que complementam a terapia e favorecem os resultados.

Cirurgia e terapia de onda de choque

Essas duas técnicas de tratamento da tendinite são indicadas para casos mais graves, quando há depósitos de cálcio ao redor do tendão. Eles podem ser eliminados tanto pela terapia de ondas de choque como também removidos cirurgicamente. Mas é válido ressaltar que isso ocorre em casos raros, sendo que as técnicas anteriores são suficientes para a maioria.

Quais as dicas de prevenção da tendinite?

Entre tratamento e prevenção da tendinite todo especialista recomendará evitar que a inflamação se manifeste. Afinal, é preferível fazer pequenas mudanças em hábitos e comportamentos a ter que interromper as atividades para tratar uma lesão.

A boa notícia é que prevenir esse problema não é difícil. Mesmo que você realize uma atividade que esforce uma determinada parte do corpo, é possível preservar os tendões adequando o seu espaço, sua postura e os equipamentos que utiliza.

Veja a seguir algumas dicas para prevenir a tendinite.

1. Programe pausas regulares

Quando não for possível deixar de realizar os movimentos repetitivos, o ideal é programar pausas regulares para deixar os tendões descansarem. Se você não conseguir se lembrar sozinho, pode agendar um alarme no computador, celular ou relógio a cada uma hora, por exemplo.

Use esse tempo para fazer alongamentos na região explorada para favorecer a flexibilidade e estimular a circulação sanguínea. Desse modo, os tecidos serão oxigenados, nutridos e relaxados.

2. Pratique exercícios

Se você pratica uma atividade de risco para o desenvolvimento da tendinite, procure um especialista para que ele possa lhe indicar exercícios específicos para proteger os tendões. Essas atividades fortalecerão os músculos ao redor dessa estrutura para que ela não sofra um esforço muito grande e se fortaleça.

3. Faça alongamentos

Na prática esportiva e de exercícios é fundamental aquecer e alongar devidamente o corpo antes da atividade. Além disso, para encerrá-la é fundamental reduzir gradativamente o ritmo e depois alongar mais uma vez. Assim a tensão é eliminada e não há paradas bruscas.

4. Use equipamentos específicos

Existem produtos e equipamentos que podem ser utilizados tanto para adaptar o ambiente de trabalho, por exemplo, como proteger os tendões durante práticas esportivas e atividades. A digitala é uma excelente alternativa, bem como as munhequeiras, braçadeiras, palmilhas, tornozeleiras, entre outros que evitam a sobrecarga dessas estruturas.

Como evitar que a tendinite volte?

As mesmas dicas para fazer a prevenção da tendinite são aquelas recomendadas para evitar que ela volte. Como está relacionada com as atividades desempenhadas, há sempre a chance de o tendão ser sobrecarregado mais uma vez e inflamar lembrando que quando a tendinite se torna muito recorrente e não é tratada adequadamente pode evoluir para complicações mais graves.

Sendo assim, se você já teve a tendinite é importante identificar aquilo que a está causando para adotar as medidas adequadas, a fim de adaptar os movimentos evitando a sobrecarga dessa estrutura. Converse com um especialista para que ele indique a melhor forma de fazer apresentação no seu caso.

A melhor forma de evitar a recidiva dessa inflamação é procedendo do modo correto, fazendo a devida adaptação do ambiente de trabalho e adotando hábitos para proteger o local lesionado.

O tratamento e prevenção da tendinite não são difíceis de realizar, mas o ideal é proteger os tendões. Sendo assim, os equipamentos são fundamentais para evitar essa inflamação. Então, procure por um fabricante de confiança, a fim de adquirir produtos ortopédicos eficazes que trarão resultados satisfatórios.

Saiba mais sobre os equipamentos que ajudam a prevenir a tendinite. Entre em contato conosco e converse com os nossos especialistas.

5 dicas de como proteger suas articulações!

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Você sabe como proteger as articulações contra lesões e desgastes? É muito importante obter essas informações, pois essas estruturas são fundamentais para o corpo e garantem a movimentação dele.

As articulações são conexões naturais localizadas entre dois ou mais ossos, revestidas por tecidos que ajudam a evitar o atrito entre eles. Como elas são sensíveis, é essencial protegê-las para que se mantenham saudáveis e cumpram sua função.

Veja neste artigo as dicas para fazer essa proteção e evitar dores e desconfortos, bem como problemas futuros, que possam limitar os seus movimentos. Continue a leitura!

1. Faça exercícios intensos de baixo impacto

Os músculos ajudam a proteger as articulações, no entanto, para ganhar essa massa magra é importante evitar os exercícios de alto impacto, pois eles podem lesionar as articulações. Sendo assim, o ideal é associar intensidade com menos impacto.

Algumas atividades que garantem força muscular sem causar lesões para essas estruturas são a natação, a bicicleta ergométrica e a hidroginástica. Você também pode conversar com o instrutor de educação física para que ele indique outras opções similares.

2. Cuide da sua alimentação

A manutenção do peso corporal está entre as nossas dicas de como proteger as articulações, porque dessa forma evitamos a sobrecarga nelas. Portanto, procure manter uma dieta saudável e menos calórica, evitando o acúmulo de gordura.

O organismo também pode desencadear respostas inflamatórias em decorrência de uma dieta muito ácida. Então, prefira um cardápio mais alcalino e que contenha alimentos como maçã, couve, espinafre, abacaxi, gengibre, mamão papaia, entre outros que ajudem a fazer uma limpeza de dentro para fora.

3. Use suplementos específicos

Com o passar do tempo é uma tendência natural que o nosso corpo reduza a quantidade de colágeno, o que também pode afetar as articulações. Embora ele esteja presente nos alimentos, os suplementos são uma ótima alternativa para complementar a obtenção dessa substância.

Pessoas que têm tendência para artrite, artrose e outros problemas articulares devem fazer acompanhamento com um especialista e relatar essa condição para iniciar um procedimento preventivo. E para os demais também é interessante conversar com um profissional e receber orientações sobre o melhor produto e a dosagem adequada.

4. Trabalhe a flexibilidade

Quando permanecemos parados as nossas articulações ficam naturalmente enrijecidas, assim como a musculatura. Isso minimiza a amplitude dos nossos movimentos e pode causar lesões quando realizamos alguma atividade mais intensa.

Sendo assim, o ideal é fazer alongamentos diariamente para aumentar a flexibilidade, mesmo que você não vá praticar atividades físicas. Mas quando for esse o caso, não se esqueça de que alongar-se é fundamental, bem como fazer um aquecimento antes de se exercitar para evitar lesões.

5. Mantenha uma boa postura

Para qualquer atividade que desempenharemos é muito importante manter uma boa postura. Tanto no trabalho como para praticar algum esporte, uma atividade de lazer e até mesmo para assistir televisão, é fundamental que o corpo esteja bem posicionado para evitar sobrecarga em suas estruturas.

Sendo assim, procure sentar-se sempre com a coluna ereta, mantendo o apoio da lombar, um bom posicionamento para os braços e o foco da visão centralizada. Para quem faz movimentos repetitivos ou trabalha muito tempo sentado, é importante realizar pequenas pausas para fazer alongamentos e diminuir a tensão.

Todas essas dicas sobre como proteger as articulações são eficazes, contudo, continua sendo indispensável contar com profissionais para que eles possam orientar sobre o que é ideal em cada caso. Portanto, procure cuidar-se no dia a dia, mas não deixe de ouvir a opinião de um especialista.

O joelho é uma das articulações que mais sofre; por isso, é importante adotar medidas para protegê-lo. Veja neste outro artigo 5 exercícios que ajudam a fortalecer essa estrutura.

 

Lesão na coluna: veja os tipos mais comuns e como evitar!

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Lesões na coluna são danos causados, seja de forma aguda (como um trauma) ou crônica (como má postura corporal), que passam a danificar a região, seja na parte óssea, ligamentar ou muscular.

Por ser uma região importante do corpo, as dores causadas por uma lesão na coluna tendem a gerar uma queda na qualidade de vida, prejudicando a saúde da pessoa. Por isso é importante conhecer os tipos mais comuns, como evitar e os principais tratamentos caso o problema ocorra. Continue lendo e tire suas dúvidas sobre o assunto!

Entorses

As entorses, em conjunto com o estiramento muscular, são uma das principais causas de lombalgia por causa da sua participação nos movimentos de torção e flexão.

Causas

Ocorre quando os ligamentos são deslocados de seus anexos em movimentos de torção e flexão da coluna, gerando um processo inflamatório no local, ocasionando dor e espasmos musculares. A obesidade tende também a causar um maior índice de entorses, já que há uma sobrecarga na coluna.

Tratamentos

Recomenda-se repouso durante o período inflamatório (normalmente 1 a 3 dias). Não se deve fazer repouso prolongado, já que ele pode levar a perda de força muscular. Também pode-se utilizar anti-inflamatórios para minimizar o desconforto.

Como evitar

O fortalecimento e o alongamento para melhor flexibilidade e força da região abdominal são recomendados. Além disso, a prática de esportes deve ser sempre supervisionada, para evitar que movimentos inadequados causem a entorse.

Hérnia de disco

A hérnia de disco é consequência de um enfraquecimento do disco intervertebral, que se desloca de sua posição. Esse problema leva a sintomas como queimação ou dormência na região e tende a afetar a região cervical e a lombar.

Causas

A principal causa da hérnia de disco é a postura inadequada no dia a dia, bem como o hábito de carregar peso de forma excessiva. Também tende a aparecer mais quando não há um envelhecimento saudável.

Tratamentos

Quando identificada inicialmente e tratada corretamente, o tratamento é eficaz e dura pouco tempo. Normalmente nessa fase utiliza-se analgésicos, anti-inflamatórios, fisioterapia, alongamento e exercícios de fortalecimento. Durante o tratamento, deve-se evitar atividades físicas.

Em casos mais graves, quando o tratamento clínico não funciona mais, pode-se utilizar a cirurgia para resolução do problema.

Como evitar

É necessário manter a postura durante a execução das atividades do dia a dia, principalmente para aqueles que trabalham carregando peso excessivo. Evite andar continuamente de salto. Também é importante evitar a obesidade por meio da má alimentação.

Lesão na medula espinhal

A lesão na medula espinhal, como o próprio nome sugere, é um dano causado às células da medula, parte fundamental do sistema nervoso central, ou quando a faixa de nervos da região é lesionada.

Causas

São diversas as causas que podem estar envolvidas neste tipo de lesão, entre elas:

  • danos causados diretamente a medula espinhal, principalmente com armas brancas (facas) e armas de fogo;
  • traumas causados diretamente na região superior do corpo (pescoço, rosto, cabeça, peito ou costas);
  • acidentes automobilísticos;
  • choques elétricos;
  • queda abrupta sobre a cabeça;
  • queda de grandes alturas.

Tratamentos

O tratamento deve ser feito de forma imediata, a fim de evitar que as lesões provocadas na medula espinhal gerem sequelas permanentes. Quanto mais tempo demorar para começar, piores poderão ser as consequências.

Pode-se utilizar corticoides para minimizar inflamações. Caso a compressão seja por um pedaço de osso ou hematoma, pode-se optar por intervenções cirúrgicas. Também se indica repouso absoluto para uma recuperação adequada, bem como fisioterapia e terapia ocupacional e de reabilitação.

Como evitar

Como podemos ver, a lesão na coluna normalmente ocorre por trauma. Portanto, a única prevenção possível é evitando as situações de risco, bem como utilizando equipamentos de segurança (cinto de segurança em automóveis, por exemplo).

Lesões na coluna, infelizmente, são comuns. Porém, seus danos costumam prejudicar consideravelmente a qualidade de vida da pessoa. E isso não é bom, não é mesmo? Por isso, previna esses problemas e evite se expor ao risco dessas lesões, já que pode ocorrer até mesmo danos permanentes.

Os exercícios de fortalecimento são fundamentais para evitar que você tenha uma lesão na coluna. Leia nosso artigo e conheça 4 exercícios para dor nas costas que você precisa conhecer.

 

Conheça os tipos de cinta modeladora e como usá-las!

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Existem diferentes tipos de cinta modeladora no mercado, e cada um deles ajuda a alcançar resultados distintos. Apesar disso, todos reduzem medidas e modelam a silhueta, além de contribuírem para a recuperação no pós-operatório.

Para que você conheça esse produto, suas diferentes versões e os benefícios que trazem, preparamos este artigo. Continue lendo para saber quais são os diferentes tipos de cinta e como escolher aquela ideal para o seu caso.

Qual é a utilidade das cintas modeladoras?

Os modeladores são peças de vestuário utilizadas principalmente com o intuito de reduzir medidas corporais. Quem tem um pouco mais de volume abdominal, por exemplo, pode disfarçá-lo com o uso de uma cinta.

Além desse resultado, os diferentes tipos de cinta modeladora contribuem para a melhora da postura, estimulando o corpo a permanecer em uma posição mais reta e evitando a sobrecarga de estruturas como a coluna.

Esse produto pode ser indicado para quem está em recuperação pós-cirúrgica. Isso porque ele ajuda a reduzir os incômodos no local operado e protege essa área, favorecendo os resultados desejados.

Quem realizou intervenções estéticas se beneficia com as cintas, pois elas trazem mais firmeza para a pele, enrijecendo a região moldada pelo procedimento. Por isso, em algumas situações pode ser indispensável.

Lembrando que é importante escolher a versão adequada entre os tipos de cinta e estar atento ao tamanho. Afinal, é fundamental estar confortável para promover a respiração da pele e não ter os movimentos limitados.

Quais são os tipos de cinta modeladora?

Como existem necessidades diferentes, há vários tipos de cinta modeladora para escolher aquele mais adequado em cada caso. A seguir listamos algumas opções, bem como os benefícios que trazem.

Cinta abdominal

É o modelo mais utilizado, que envolve a cintura promovendo compressão na região abdominal. Ajuda a disfarçar as gordurinhas localizadas nessa região e também melhora a postura.

É indicada para quem quer diminuir o tamanho da cintura e evitar que os “pneuzinhos” fiquem aparecendo na roupa. Essa peça pode ser usada no dia a dia por baixo de qualquer item de vestuário. A Postural Fit da SalvaPé é um ótimo exemplo deste tipo de cinta modeladora.

Camisete

É um dos tipos de cinta modeladora que exigem atenção na hora de usar, porque pode enrolar, já que não tem fechamento entre as pernas. Mas tem suas vantagens, pois modela a cintura, a região do estômago e os seios.

Ideal para quem deseja valorizar todo o tronco e melhorar a postura. Além disso, facilita a ida ao banheiro sendo, portanto, uma ótima alternativa para o dia a dia.

Body

É uma peça maior que faz compressão em todo o corpo, modelando o bumbum, a cintura e os seios. Existe a opção com pernas, que reduz as medidas das coxas. Por dar sustentação aos seios, valoriza o decote e corrige a postura. Peças com abertura entre as pernas facilitam usar o banheiro.

Uma boa alternativa para seu uso é durante os dias mais frios, porque ajuda a aquecer o corpo. Também pode ser usada com vestidos, tanto no dia a dia como para eventos especiais ou festas.

Calcinha

Outro tipo de cinta modeladora são as peças em formato de calcinha. Elas têm o cós mais alto para promover compressão no abdômen, assim, disfarçam as medidas dessa região e ajudam a valorizar o bumbum.

São ideais para quem deseja acentuar a curva da cintura e dar mais volume para os glúteos, além de corrigir a postura. Podem ser usadas sozinhas ou sobre a lingerie. São peças confortáveis e discretas, ideais para qualquer ocasião.

Bermuda

As bermudas de compressão são encontradas em diferentes tamanhos, podendo ser curtas ou seguir até abaixo do joelho. Todas reduzem as medidas do bumbum modelando-o, comprimem as coxas e o abdômen.

São peças ideais para disfarçar celulites, gordurinhas e evitar o atrito entre as coxas, além de minimizar o volume da barriga. Podem ser usadas com calças, bermudas, vestidos ou outras peças.

Todos os tipos de cinta modeladora trazem benefícios, mas reforçamos a importância de escolher o tamanho adequado. Em caso de dúvidas, converse com um especialista para que ele indique a cinta ideal para o resultado que você deseja.

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Entenda o que é distensão muscular e como identificar os sintomas

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Muito comum entre praticantes de esportes, a distensão muscular é uma lesão que também pode atingir pessoas em qualquer atividade do dia a dia — seja na subida de uma escada, no esforço para levantar uma caixa ou no caminhar rumo ao trabalho.

Trata-se da famosa fisgada no músculo que gera inúmeros incômodos, como dor aguda, fraqueza, dificuldade para movimentar a região, entre outros.

Para você aprender tudo sobre o assunto, vamos mostrar neste post o que é distensão muscular e alguns sintomas do problema. Confira!

O que é distensão muscular

A distensão muscular é caracterizada por um grande esforço submetido a um músculo ou tendão que se prende ao osso. Assim, as fibras acabam sendo rompidas, assim como os vasos sanguíneos que irrigam determinada parte do corpo humano.

Ao ser gerada, a lesão inflama o local, dando origem a um hematoma, ou seja, o local fica dolorido e necessita de cuidados especiais.

Apesar de ser gerada pela mesma situação, a distensão muscular pode ser de dois tipos: aguda e crônica.

A aguda é a mais frequente no dia a dia. Ela acontece quando os tendões e músculos fazem uma contração repentina, com forte intensidade. Podemos citar como exemplo as famosas contusões nas costas quando um peso elevado é pego de maneira brusca. O sinal da distensão é imediato, com a famosa fisgada que já dá o alerta sobre o problema.

Já a crônica é consequência de exercícios repetitivos por um longo período de tempo, principalmente em atividades físicas que trabalham os mesmos músculos, como no caso da corrida.

Geralmente, quem sofre a distensão acaba percebendo que estava exagerando na carga de distância ou velocidade. Por isso, é importantíssimo o acompanhamento de um profissional da área de educação física no início da prática esportiva.

Os sintomas da distensão muscular

Como mostrado acima, o principal sintoma da distensão muscular é a dor aguda no local da lesão. Frequentemente, a fisgada é próxima de uma articulação — aspecto que interfere nos movimentos.

Outra evidência é um hematoma na região lesada acompanhado de um inchaço e muita fraqueza muscular, ou seja, a pessoa fica bem debilitada no quesito mobilidade.  

As dores são na forma de pontadas, que fazem com que fique dificultoso, até mesmo, um simples caminhar. É bem comum observar quem sofre uma distensão na perna, por exemplo, andar como se estivesse pisando em ovos nos movimentos básicos.  

O tratamento   

Inicialmente, a pessoa que sofreu uma distensão muscular precisa procurar o auxílio de um médico ou fisioterapeuta. No diagnóstico, o profissional saberá a intensidade do problema, principalmente por meio de exames como radiografia, ressonância magnética ou eletromiograma.  

Geralmente, o próprio organismo se encarrega de reparar as fibras musculares, o que leva tempo. No entanto, algumas atitudes podem acelerar o processo de recuperação, como aplicar gelo no local da lesão, compressão para evitar inchaço, repouso e anti-inflamatórios.  

Mais uma vez, fica a dica: conte sempre com a orientação médica, mantendo os males da automedicação afastados.

Como prevenir a distensão muscular

Uma forma de prevenir a distensão muscular é realizar alongamentos antes e após uma prática esportiva. É preciso se aquecer também, principalmente os praticantes de corrida.

Como é preciso respeitar as limitações do corpo, combater os excessos ajuda. Assim, evite correr uma distância que não esteja dentro do seu cronograma de treinos e aumente a intensidade aos poucos.

Dessa maneira, sabendo o que é distensão muscular e como evitá-la, você poderá sempre manter a qualidade de vida e o astral lá em cima.

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Veja como ter um envelhecimento saudável com 5 dicas

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve grande aumento na expectativa de vida da população mundial. Isso aconteceu tanto por questões de melhoria e conscientização referente aos hábitos de saúde quanto pela redução da taxa de fecundidade. Assim, considerando que ainda viveremos por muitos anos, conhecer como ter um envelhecimento saudável é fundamental, você concorda?

São muitos os desafios que permeiam o aumento da expectativa de vida. Contudo, em regras gerais, é essencial investir no bem-estar físico, social e mental. Assim, você se mantém ativo e com muita saúde.

Quer saber como ter um envelhecimento saudável? Confira as nossas 5 dicas!

1. Cuide da alimentação

Melhorar a qualidade da sua alimentação é fundamental para aumentar a expectativa de vida.

Para ter uma dieta saudável, é necessário reduzir o açúcar e também a quantidade de sal, além de investir no consumo de frutas e verduras. Outra dica importante é comer peixe pelo menos duas vezes na semana, visto que ele é rico em ômega 3 e previne diversas doenças.

O processo será ainda melhor se você investir em uma consulta ao nutricionista, que avaliará a sua saúde. Assim, ele pode elaborar um plano alimentício personalizado para o seu organismo.

2. Não fume

O cigarro, em conjunto às bebidas alcoólicas, é um dos piores malefícios para a saúde. Por isso, a regra é bem clara: não fume.

Manter esse comportamento (ou mesmo esse vício!) aumenta a produção de radicais livres no organismo, conduzindo o seu corpo ao envelhecimento precoce.

3. Pratique atividades físicas

É fundamental investir em atividades físicas que proporcionem o seu bem-estar. A rotina de exercícios ajuda no aumento da flexibilidade e do fôlego, no equilíbrio e na força para as mais diferentes atividades.

Se você não é praticante de esportes, comece investindo em boas caminhadas ou hidroginástica — o importante é encontrar uma atividade física que você goste.

4. Beba muita água

A água é a principal responsável por transportar os nutrientes, sais minerais e oxigênio por todo o nosso organismo. No sistema digestivo, ela também ajuda na excreção e absorção.

Sendo assim, além de investir em uma alimentação e lanches saudáveis, beba pelo menos dois litros de água por dia. Isso ajuda a reduzir o inchaço, afasta as infecções e proporciona um envelhecimento saudável.

5. Cuide da saúde da sua mente

Além das atividades físicas, invista também na saúde da sua mente. Para isso:

  • leia bons livros;
  • vá ao cinema assistir filmes interessantes;
  • jogue com os seus amigos;
  • aprenda uma nova língua;
  • faça caça-palavras.

Essas atividades são essenciais para estimular o raciocínio e fortalecer o cérebro, prevenindo a perda de memória.

Considerando que a expectativa de vida da população mundial está cada vez mais alta, é fundamental investir em ações para promover um envelhecimento saudável. Para isso, estabeleça uma alimentação equilibrada, não fume, pratique atividades físicas, beba muita água e nunca deixe de cuidar de sua saúde mental.

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Entenda como a má alimentação pode causar cansaço excessivo

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O intuito de nos alimentarmos é ter mais energia e disposição ao longo do dia, certo? Na verdade, nem sempre isso acontece, pois há quem sinta cansaço excessivo após as refeições e, nesse caso, o erro está no tipo de alimento ingerido.

Alguns grupos alimentares em vez de nos deixarem bem-dispostos causam o efeito contrário, e neste post nós vamos explicar por que isso acontece. Continue a leitura e entenda como a alimentação pode nos deixar cansados, além de conferir algumas dicas para evitar que isso aconteça.

O cansaço excessivo e a alimentação

Para fazer a digestão dos alimentos nosso organismo precisa de energia. Quando as substâncias ingeridas são mais leves, o gasto energético é menor. Porém, quando é preciso metabolizar gorduras e açúcares, por exemplo, o corpo tem maior dificuldade, então, gasta mais energia.

É por isso que após algumas refeições podemos sentir cansaço excessivo. Depois daquela macarronada de final de semana com churrasco e tudo que se tem direito, é comum nos sentirmos sonolentos e cansados, justamente porque o corpo gasta energia para metabolizar essas moléculas.

Além disso, alimentos refinados também podem provocar a sensação de cansaço excessivo. A farinha de trigo branca e o açúcar comum, por exemplo, são rapidamente absorvidos pelo organismo e dão energia, mas seu efeito passa rápido e logo vem a indisposição.

Alimentos que ajudam a combater o cansaço

Assim como há alimentos que causam cansaço excessivo, existem aqueles que nos ajudam a combater essa condição. Para quem precisa de muita energia ao longo do dia é importante acrescentá-los ao cardápio, garantido disposição e mais concentração. Confira os principais deles!

Feijão

Contém diversos nutrientes, como ferro, zinco e potássio, além de aminoácidos que são essenciais para o nosso organismo, por isso, fornece muita energia.

Banana

Além de conter açúcar, a banana é fonte de vitamina B6, que também ajuda na produção de energia, proporcionando mais disposição.

Aveia

Rica em vitaminas do complexo B, estimula a produção de energia ao longo do dia, melhora as funções cerebrais o humor, ajuda a reduzir o colesterol e equilibra a absorção dos açúcares.

Couve

É rica em vitamina B9, ou seja, ácido fólico. Ela ajuda na formação de neurotransmissores e também nas funções cerebrais, melhorando disposição mental.

Outros alimentos que também combatem o cansaço excessivo são:

  • escarola;
  • brócolis;
  • ovos;
  • peixes;
  • amendoim;
  • tomate;
  • cenoura;
  • sementes;
  • lentilha;
  • laranja.

Todos eles alimentos são fontes de vitaminas do complexo B. Além de trazerem diversos benefícios para a saúde, ajudam na metabolização de macronutrientes, isto é, aquelas moléculas mais difíceis de serem digeridas. Elas também ajudam a produzir energia a partir dos carboidratos ingeridos, então, você sentirá mais disposição mental e física.

É interessante acrescentar ao seu cardápio alimentos integrais, que mantêm a energia do corpo porque seus nutrientes são absorvidos lentamente. As frutas também são energéticas, pois contêm frutose, um tipo mais saudável de açúcar, além das fibras, que melhoram o funcionamento do intestino e favorecem a absorção de nutrientes.

Dicas alimentares para eliminar o cansaço excessivo

Além de colocar esses alimentos especiais em seu cardápio, você também pode adotar hábitos alimentares para combater o cansaço excessivo. Veja algumas dicas do que fazer para ter mais disposição!

Faça um café da manhã balanceado

Evite gorduras e açúcar em excesso para facilitar a digestão e invista em alimentos nutritivos.

Evite alimentos industrializados

Prefira frutas, queijos frescos, iogurte, sucos naturais, entre outras opções com poucas substâncias químicas e menos processados.

Prefira produtos integrais

Evite a farinha de trigo branca para facilitar a digestão e ter energia ao longo do dia.

Alimente-se no mesmo horário

Procure fazer suas refeições nos mesmos horários para regular o relógio biológico e garantir ao corpo os nutrientes que ele precisa.

Beba água

Sucos e refrigerantes não substituem a água. Então, hidrate-se ao longo do dia para ficar bem-disposto e ativar o metabolismo.

Os alimentos são nosso combustível, por isso, se você tiver um cardápio de qualidade não sentirá cansaço excessivo ao longo do dia. Procure adaptar a sua dieta ao seu ritmo de vida para usufruir de todos os benefícios que os grupos alimentares podem oferecer.

Você tem alguma receita especial ou consome algum alimento para ter mais energia? Deixe seu comentário e divida com a gente!

3 dicas para melhorar a flexibilidade corporal

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Com o passar dos anos e a falta da prática de atividades físicas a gente vai perdendo a flexibilidade corporal. Essa mudança é totalmente normal, afinal, se você não utiliza certos recursos do corpo eles ficam “enferrujados”.

No entanto, a flexibilidade é muito importante para manter a saúde, rejuvenescer e aumentar a qualidade de vida. Ela ajuda na execução de tarefas simples do dia a dia e dá mais vitalidade tanto nos momentos de trabalho, quanto nos de lazer.

Quer saber como recuperar a sua flexibilidade ou manter o corpo flexível? Então, não deixe de conferir o nosso material até o fim!

O que fazer para melhorar a flexibilidade corporal?

Como visto, o corpo que para de se exercitar perde algumas funções. Por isso, é essencial praticar alguma atividade de modo a aumentar a movimentação. No entanto, a flexibilidade vai muito além disso, entenda a seguir!

1. Alongue-se

Para manter uma boa movimentação dos membros e melhorar a sua flexibilidade é indispensável se alongar. Esses tipos de exercícios preparam os músculos para a prática de esportes e, até mesmo, para as atividades do dia a dia.

Ao se alongar você não somente melhora a flexibilidade corporal, como também evita as cãibras, alivia dores, previne lesões, relaxa o corpo, entre outros benefícios. Entretanto, o alongamento não é milagroso, é preciso praticá-lo diariamente para que os resultados sejam alcançados e ter progressos significativos.

2. Respire corretamente

Você sabia que a respiração correta é uma grande aliada da flexibilidade corporal? Isso acontece porque ela ajuda a relaxar o corpo e, ao fazer isso, fica muito mais fácil de avançar nos exercícios.

Por isso, ao se movimentar durante os alongamentos preste atenção em sua respiração e a utilize a favor da atividade. Ademais, não se esqueça de respirar corretamente ao longo do dia para oxigenar bem todo o seu corpo.

3. Beba água

Beber bastante água ao longo de dia é essencial para a saúde. Ela é essencial em diversas funções do corpo, bem como a flexibilidade. Sem a água o organismo fica em estado de desidratação, um importante fator de risco para lesões.

Quando se bebe água o suficiente, você também ajuda a lubrificar partes do seu corpo, como as juntas e os músculos. Além disso, permite-se que o organismo controle a temperatura por meio da produção do suor.

Quais são os benefícios da flexibilidade?

Agora que já sabe como melhorar a flexibilidade corporal, você pode entender o porquê de ela ser tão vantajosa para a saúde do seu corpo. Confira seus principais benefícios:

  • diminui as chances de lesões ao longo de seu dia e na prática de esportes;
  • facilita a execução de atividades rotineiras;
  • melhora a circulação sanguínea;
  • favorece a respiração;
  • ajuda a desenvolver maior coordenação motora;
  • previne cardiopatias;
  • promove a qualidade de vida.

Portanto, não deixe de cuidar da sua saúde e permitir que seu corpo “enferruje”. Tire um tempo para você, invista na flexibilidade corporal, pratique alongamentos, beba bastante água e respire corretamente. Dessa forma, é possível viver melhor e mais feliz!

Gostou de saber um pouco mais sobre como e por que melhorar a flexibilidade corporal? Compartilhe este post com seus amigos nas redes sociais para que eles também fiquem por dentro das dicas! 

Aprenda 5 exercícios para fortalecer o joelho

postado em: Fisioterapia | 0

Fazer exercícios para fortalecer o joelho é fundamental para manter a estabilidade dessa estrutura. Afinal, ela é muito complexa e uma das mais importantes do corpo, já que ajuda a sustentar todo o nosso peso. Por isso, precisa de cuidados durante toda a vida.

Mas quando falamos em fortalecimento do joelho, na verdade estamos nos referindo à musculatura que auxilia na movimentação e estabilização dele. Ao trabalharmos esses músculos, protegemos a estrutura, evitando que lesões aconteçam e minimizando dores.

Alguns exercícios precisam ser praticados com o auxílio de aparelhos específicos, mas existem outros que podem ser feitos em casa. Veja nossa lista com algumas sugestões para que você mantenha essa parte do corpo ativa e ganhe mais força e resistência nela.

1. Ponte

Para fazer a ponte você deve se deitar de barriga para cima, de preferência no chão, para ter uma superfície firme. Estenda os braços ao longo do tronco e flexione os dois joelhos. Em seguida, eleve o quadril sem movimentar as pernas.

Procure manter um ângulo reto entre o tronco e as coxas, depois desça devagar. Repita o exercício 10 vezes, faça uma pequena pausa de 30 segundos e execute mais duas sessões de 10 movimentos.

2. Elevação de perna deitado

A elevação de perna pode ser praticada com ou sem tornozeleira, dependendo do seu nível de condicionamento. Deite-se de costas, mantendo os braços estendidos ao longo do corpo. Uma das pernas deve ser flexionada, enquanto a outra permanece estendida. Esta deve ser elevada, mantendo o joelho sempre esticado e a ponta do pé apontando para cima.

Abaixe a perna devagar, repetindo o movimento 10 vezes. Troque a perna, flexionando essa que foi trabalhada e estendendo a que permaneceu flexionada. Faça 10 movimentos com ela, descanse cerca de 30 segundos e repita os movimentos em mais duas sessões.

3. Agachamento

O agachamento é um dos melhores exercícios para fortalecer o joelho. Para praticar você apenas precisa ficar em pé, mantendo as pernas afastadas, mais ou menos na largura dos ombros. Estenda as mãos para frente a fim de ter equilíbrio na hora de executar o movimento.

Devagar, flexione os joelhos como se fosse sentar-se em um banco. É muito importante projetar o quadril para trás, manter a coluna reta e não deixar que o joelho ultrapasse a ponta do pé. Faça três sessões de 10 movimentos, descansando entre elas.

4. Afundo

O afundo deve ser praticado em pé, mantendo as pernas separadas, uma à frente e outra atrás, em um passo largo. Permaneça com o tronco sempre ereto durante a execução desse exercício, para não forçar a coluna, e contraia o músculo do abdômen.

Flexione o joelho da frente e o de trás ao mesmo tempo, a ponto de ele quase tocar o chão. Fique atento para que o joelho da frente não ultrapasse a ponta do pé. Levante-se e repita o movimento até contabilizar 10 vezes, depois, troque a perna. Faça três sessões, descansando entre elas.

5. Flexão de perna em pé

Esse é outro dos exercícios para fortalecer o joelho que você pode praticar utilizando ou não tornozeleiras. A flexão de perna é um movimento muito fácil que deve ser praticado em pé, apoiando as mãos numa parede ou algo que garanta equilíbrio.

Mantenha o tronco ereto e os joelhos esticados. Devagar, flexione uma das pernas o máximo que você conseguir, permanecendo sempre com as coxas paralelas. Repita o movimento 10 vezes, depois troque a perna e descanse cerca de 30 segundos. Faça três sessões com cada perna.

Para que os exercícios para fortalecer o joelho tragam resultados ainda melhores, sem risco de lesões, é interessante consultar um profissional. Ele avaliará seu condicionamento físico e suas necessidades para indicar a você aqueles que trarão mais benefícios. Mas o importante mesmo é não ficar parado para manter o corpo saudável.

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4 exercícios para dor nas costas que você precisa conhecer

postado em: Saúde | 0

Você costuma ter desconfortos na região lombar? A prevenção dessas e demais dores é importante para todas as pessoas, em especial, para aquelas que trabalham diariamente sentadas ou em pé (na mesma posição). Por isso, conhecer quais são os principais exercícios para aliviar a dor nas costas é fundamental para melhorar a qualidade de vida.

Isso acontece porque os exercícios são uma maneira poderosa para diminuir o risco de desconfortos lombares. Afinal, ficar sentado esperando a dor passar, não é uma atitude eficaz, não é mesmo?

Por isso, preparamos este post para você! Confira agora mesmo 4 exercícios para prevenir e tratar as dores nas costas. Vamos lá?

1. Alongamentos

Os alongamentos são exercícios muito importantes para prevenir as lesões. Além disso, eles são fundamentais, tanto antes quanto depois, para a realização de qualquer outra atividade física, como corrida, caminhada, musculação, natação, pilates etc.

Como fazer: em pé, junte as suas pernas e dobre o corpo para frente, mantendo as pernas esticadas. Permaneça por trinta segundos nessa posição. Isso permite uma maior flexibilidade dos músculos, promovendo o estiramento das fibras musculares.

2. Perdigueiro no solo

O perdigueiro no solo é um exercício para fortalecer os músculos, promovendo mais resistência do organismo.

Como fazer: fique com os joelhos e as palmas das mãos no chão. Erga a mão direita no mesmo instante em que estende a perna esquerda, fazendo com que eles fiquem paralelos ao chão. Permaneça nessa posição por trinta segundos e depois troque o lado.

3. Ponte ventral

A ponte ventral é um exercício para melhorar o condicionamento físico e fortalecer os músculos. Além disso, ao fortalecer o abdômen você evita que a região da coluna faça uma curvatura e fique acentuada, evitando problemas nessa parte do corpo.

Como fazer: fique na posição de quatro apoios, colocando os antebraços no chão. Eleve o quadril e os joelhos mantendo uma posição de isometria, contraindo os glúteos e também o abdômen. Realize três séries de 20 segundos em isometria.

4. Extensão lombar no solo

A extensão lombar é um excelente exercício para melhorar as dores nas costas, porque trabalha com toda essa região promovendo o fortalecimento dos músculos.

Como fazer: fique na posição de decúbito ventral, com os braços estendidos na parte superior da cabeça. As pernas também precisam estar estendidas para que você possa realizar um leve movimento de extensão lombar. Para isso, eleve as pernas e braços do solo, fazendo três séries de 10 movimentos.

A dor nas costas é um problema muito comum da população. Normalmente, ela é causada porque as pessoas passam muito tempo sentadas ou em pé, sendo impossível ficar com a coluna reta em tempo integral.

Desse modo, conhecer os principais exercícios para dor nas costas é uma maneira eficiente para prevenir e até mesmo acabar com esses desconfortos. Além disso, para melhorar a qualidade de vida, é interessante também investir em atividades físicas regulares e uma dieta saudável.

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